Mal acabou o ultimo capitulo da saga ocorreu-me: "Lembras-te da primeira vez que vieste ver um filme do Harry Potter?". Mais tarde, ao ter a consciência que vi todos os filmes em momentos diferentes da minha vida fez-me recordar o quanto este é o momento certo para pertencer a algo tão especial. Como já escrevi aqui (muitas vezes... demasiadas até) tenho um orgulho extremo em pertencer a uma geração que cresceu e amou verdadeiramente as criações de J.K. Rowling. Volto a relembrar que não li os livros apesar de ter tentado inúmeras vezes mas aos filmes nunca faltei a uma estreia. Ainda não me apercebi por completo que este é o fim de uma saga única. Parece que ao longo do tempo, nós, vivemos ao mesmo tempo que estas aventuras. Que esta realidade pertence, de facto, à nossa. Neste mundo mágico cheio de fantasia existe uma componente do nosso real como seres humanos, é este sentimento humano que faz parte de todas as personagens da saga. Estou sem palavras. Agradecimentos não chegam a J.K. Rowling. Sim, porque tudo começa na escrita e ainda bem que existem tantas outras artes como o Cinema, que nos permite contar estas histórias fantásticas. Não haverá fenómeno como este durante um período indeterminável de tempo. Acreditem.
Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 2
Mal acabou o ultimo capitulo da saga ocorreu-me: "Lembras-te da primeira vez que vieste ver um filme do Harry Potter?". Mais tarde, ao ter a consciência que vi todos os filmes em momentos diferentes da minha vida fez-me recordar o quanto este é o momento certo para pertencer a algo tão especial. Como já escrevi aqui (muitas vezes... demasiadas até) tenho um orgulho extremo em pertencer a uma geração que cresceu e amou verdadeiramente as criações de J.K. Rowling. Volto a relembrar que não li os livros apesar de ter tentado inúmeras vezes mas aos filmes nunca faltei a uma estreia. Ainda não me apercebi por completo que este é o fim de uma saga única. Parece que ao longo do tempo, nós, vivemos ao mesmo tempo que estas aventuras. Que esta realidade pertence, de facto, à nossa. Neste mundo mágico cheio de fantasia existe uma componente do nosso real como seres humanos, é este sentimento humano que faz parte de todas as personagens da saga. Estou sem palavras. Agradecimentos não chegam a J.K. Rowling. Sim, porque tudo começa na escrita e ainda bem que existem tantas outras artes como o Cinema, que nos permite contar estas histórias fantásticas. Não haverá fenómeno como este durante um período indeterminável de tempo. Acreditem.
In America, We Give Our Lives To Our Jobs. It's Time To Take Them Back
Quando a crise financeira atinge o mercado várias empresas sofrem consequências. Estes surtos resultam numa condição actual e insuportável: o desemprego. “The Company Men” acompanha as mudanças que Bobby, Gene e Phil terão que enfrentar para sustentar não só a sua família como um certo estatuto social. Este estatuto é curiosamente o que mantém a distância entre o objecto tratado e o espectador; ao classificar estas personagens como sendo parte de uma classe social alta é difícil, por vezes, entender o quão complicado é por exemplo abdicar de regalias supérfluas. Mas a ideia mantém-se: a adaptação a uma crise financeira que cabe a todos nós e que no fim de tudo o que importa são as pessoas que nos rodeiam e não os bens materiais que tomamos como garantido. Esta é a estreia de John Wells como realizador e argumentista no grande ecran. Ben Affleck está melhor que nunca em conjunto com Tommy Lee Jones, Chris Cooper e Kevin Costner. Há que fazer por querer.
Out of the Past
Este filme de Jacques Tourneur fora um propósito para rever Robert Mitchum e mal sabia que há uns anos enquanto via "River of No Return" o protagonista ao lado de Marilyn Monroe era Mitchum. Também fiquei chocada com o facto deste grande actor nunca ter ganho o Óscar. Mas quem glorificou este prémio não fui eu (só cheguei em 1990), fomos todos.
Jogo de Cena
Um documentário original de Eduardo Coutinho. Histórias de mulheres para serem ouvidas. Excelente. Sem nada contra. Recomendo.
Notes on a Scandal
Este filme de Richard Eyre fora nomeado para quatro Óscares da Academia – Melhor Banda Sonora Original, Melhor Argumento, Melhor Actriz Principal e Melhor Actriz Secundária. E é disso mesmo que este filme vive. A história foi adaptada da obra literária de Zoe Heller onde Patrick Marber transformou-a no formato de guião. Acrescentou-se uma banda sonora da autoria de um grande senhor da música: Philip Glass e por fim o melhor do que o cinema traz. A encarnação das personagens, ou seja, um trabalho de actores excepcional. Não se esperava outra coisa desta dupla de peso: Judi Dench e Cate Blanchett. Quando Sheeba (Blanchett) acaba de entrar como professora numa escola secundária, Barbara (Dench) começa a observá-la com atenção. Sendo esta também professora acabam por partilhar momentos triviais da rotina de trabalho até que após um convite de Sheeba, Barbara começa a nutrir uma amizade pouco peculiar por esta nova professora. Mais tarde a obsessão acaba por contrair o desenlace de segredos nunca antes contados. Complexo de duas obsessões. Um filme de Actores. Muito bom.
Misfits - Season 1 & 2
Só vos digo que mal posso esperar por Novembro/Dezembro. Criado por Howard Overman a série britânica “Misfits” retrata um grupo de jovens que exerce serviço comunitário. Nathan, Simon, Kelly, Curtis e Alisha são exemplo da escumalha da sociedade, estão a pagar por vários crimes que cometeram, mas uma tempestade poderá mudar tudo; e mais alguma coisa. Confesso que rapidamente tornou-se num vício instantâneo e agradeço a quem me recomendou a serie que apenas me dissesse “é parecido a Skins”. Porque na realidade para além de apanhar vários pedaços característicos da geração Skins estas personagens são coerentes nos seus desconcertos, isto é, o humor freneticamente negro e jovem traz apenas o lado soturno e mundano de Skins. Aqui a história é outra e a cooperação com Sci-Fi traz não uma revolução mas sim um lado fresco e muito bom do género que parece estar mistificado com thriller. Mais não vos posso dizer. Dêem pelo menos uma oportunidade ao primeiro episódio da 1ª época. A química entre Robert Sheehan, Iwan Rheon, Lauren Socha, Antonia Thomas e Nathan Stewart-Jarrett excede expectativas. Venceu BAFTA para Melhor Serie Dramática em 2010. Adoro, venero e recomendo.
Raising Arizona
Comédia clássica estilo irmaos Cohen. Realizado e escrito pela dupla com o mesmo apelido onde um casal unico como tantos outros decide roubar o que lhes falta: um bébé. Com Nicolas Cage e Holly Hunter. 3 estrelas.
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