In Bruges

Ray (Collin Farrell) e Ken (Brendan Gleeson) estão na Bélgica, concretamente na pequena cidade de Bruges. Ambos são parceiros de crime, comandados por Harry (Ralph Fiennes). Irão ficar numa estadia de duas semanas num hotel tipico da zona enquanto esperam novas ordens da sua próxima missão. Quando finalmente recebem a chamada telefónica de Harry, Ken fica num impasse e todo o desenrolar de acontecimentos serão pouco previsíveis. Um filme da autoria de Martin McDonagh, nomeado para o Óscar de Melhor Argumento, expõe a consciência e as confissões de dois assassinos. Diferente. Bom.

fabuloso

The Dreamers

Autor: Gilbert Adair. Realizador: Bernardo Bertolucci. 1968, Paris, o estoirar das revoluções e dos protestos contra o governo despertam a cidade. Mathew (Michael Pitt) veio da América, é um novato na universidade, não conhecia ninguém até falar com Isabelle (Eva Green) e ter sido apresentado a Theo (Louis Garrel). Estes dois irmãos místicos vivem numa luxuosa mansão com os seus pais desequilibrados. Mathew apercebe-se que encontra-se num ambiente familiar complicado. Com a mudança para um dos quartos de hóspedes da mansão, Mathew discute constantemente com Theo sobre filmes e Isabelle torna-se o centro da sua atenção. Num mundo exclusivo de 3 amigos, a mutação não agrada aos irmãos, estes dependem um do outro, Mathew irá diferenciar todo um triângulo amoroso complexo. Um tributo aos clássicos. Óptima Cinematografia e Banda Sonora. 4 estrelas.

Wanted

Lembro-me que no ano passado tive uma expectativa rara num filme de acção. É adaptado dos comic books de Mark Millar e J. G. Jones e o realizador Timur Bekmambetov teve a oportunidade de reunir um bom plot narrativo com a acção esférica potente e irreal dos assassinos da Fraternidade. Wesley (James McAvoy) é um homem que vive sobre uma pressão constante, que nunca se sentiu realizado até um simples sobressalto num supermercado o levar a conhecer Fox (Angelina Jolie), Sloan (Morgan Freeman) e toda uma organização destinada a proteger o equilíbrio do planeta. Mesmo assim, com este ultimo esclarecimento, o final é bastante diferente do que imaginara, foi quase uma surpresa. Não gostei tanto, não sei o que falta… mas isto de gostar são meras opiniões.

Taking Woodstock

How do I begin?
É interessante observar o quanto as questões revolucionárias ainda suscitam algum interesse nas minhas temáticas preferidas. Todas as revoluções benignas da Historia têm o seu ponto de relevância no rumo do nosso futuro.
O festival de Woodstock louvou a simplicidade do acto “amor” e tomou partido de uma nova geração sem precedentes para encabeçar um movimento cultural único. Woodstock foi o êxtase da cor, emoção e liberdade (acredito que na altura fora mais que isso). O novo trabalho de Ang Lee é um filme de época, bem adaptado das memórias de Elliot Tiber sobre as PESSOAS que tornaram possível o fenómeno mítico do Verão de 1969.
O que mais posso dizer? Vão ao cinema e julguem por vocês próprios.

Good girls want him bad. Bad girls want him worse.

Nos anos 50 em Baltimore, aqui situa-se “Hairspray” e “Cry Baby”, ambos os filmes são de John Waters. A rábula do filme adolescente misturado com musical chega ao clímax em “Cry Baby”. Johnny Depp nos seus 27 anos (com aparência de 18) interpreta o irresistível Cry Baby, um adolescente rebelde que simboliza uma classe social baixa. Do lado oposto, Allison (Amy Locane), a menina pura e bem comportada, apaixona-se por Cry Baby. Sendo de duas classes sociais distintas, irá existir um confronto entre a comunidade de Allison e a de Cry Baby, é simplesmente o cliché dessa geração passada. Aqui abaixo encontra-se o trailer com algumas imagens sugestivas a uma sessão de cinema dispensada pelo famoso “Grease”.