The Darjeeling Limited

A partir da ideia de Wes Anderson, Roman Coppola e Jason Schwartzman, autores de um belo argumento desta trama, realizada por Wes Anderson.
3 irmãos americanos, Francis (Owen Wilson), Peter (Adrien Brody) e Jack (Jason Schwartzman), tentam reatar os laços familiares através uma viagem espiritual, algures na Índia. No comboio, no mercado, no templo, estas 3 personagens terão de se esforçar por ver além do seu ego, o reencontro exorbitante por algo que nunca poderá ser perdido – a amizade. Com 3 actores excelentes e uma ideologia fixa, obteve-se um estilo clássico de imagem de marca, contribuindo perfeitamente para uma banda sonora característica. Adorei. 4 Estrelas.

She drinks. He drives. Together it's the trip of a lifetime.



Antes de escrever o argumento de “The Last King of Scotland”, Jeremy Brock realizou e também assinou o argumento de “Driving Lessons”. Numa família religiosa mirabolante, o ambiente familiar é pouco racional, Ben (Rupert Grint) vê-se confrontado com o mundo exterior de uma forma diferente. Após comprometer-se a trabalhar nas férias de Verão, este ira ajudar uma senhora idosa, Evie (Julie Walters). Através do teatro, da arte e das coisas boas da vida, Ben e Evie iniciam uma viagem que irá mudar Ben, ensinando-o a quebrar as regras. Uma comédia sentimental… infelizmente com pouco carisma. Esperava mais. 2 estrelas.

As memórias do passado fazem de nós o presente











Do invulgar realizador Michel Gondry, chega-nos um história de amor pouco consensual, entre a luta do coração v.s. consciência, nós, seres humanos, olhamos para trás com alguma destreza e talvez arrependimento, quem não gostava de acordar de manha e esquecer um mal entendido com a sua cara-metade?
Clementine (Kate Winslet) faz isso mesmo. “Limpa” a sua memória dos fragmentos de uma felicidade conjunta com o seu namorado Joel (Jim Carrey). Por sua vez, Joel submete-se à mesma operação, mais tarde, os estratagemas da mente procuram uma mutação, reflexão de uma vida sem sentido. Mas fica claro que amar é inevitável. “Eternal Sunshine of the Spotless Mind” recebeu o Óscar de Melhor argumento original para Charlie Kaufman, um argumentista admirado pelos actores, estes descrevem-no como “louco, eléctrico e artístico”. Este filme tanto delicado como hilariante mostra que a vida é uma lição contínua. 5 Estrelas.