"ela vive ao sabor do vento"

grita por liberdade...



faz parte do seu verdadeiro ser.




corre sem obstáculos.




curiosa.





ninguém saberá o quanto ela voa. nunca.

Pirates of the Caribbean: At World's End

Este aqui não vai ao fundo. De um lado temos muitas opiniões variadas e do outro temos a nossa opinião ou talvez a opinião dos supostos críticos. De qualquer modo, aqui têm uma espécie de review:
A terceira (e ultima parte?) da saga “Pirates of the Caribbean” é nos entregue como algo de excepcional, na forma de como o “swash swash buckle buckle” progrediu de filme para filme alcançando um género de aventura descoordenado (o que desde já funcionou bastante bem, sendo insaciável). Digamos que com esta trilogia, o mundo mudou de ideias em relação às lendas/histórias de piratas e deu não uma segunda, mas duas oportunidades para a surpreender. O resultado está à vista, neste 3º capitulo mais “escuro” do destino dos nossos protagonistas; Jack Sparrow é um espectáculo (graças ao virtuoso Johnny Depp), Will Turner, um corajoso, doce rapaz (Orlando Bloom encaixa perfeitamente) e por fim, Elizabeth Swann, a personagem intuitiva que procura por desafios (interpretada por Keira Knightley). Tendo alguns trunfos no seu historial (realizador de “The Ring” e “The Weather Man”), Gore Verbinski completa a sua primeira trilogia de uma forma simbólica… era capaz de eleger esta como uma das melhoras trilogias dos últimos dez anos.
Pontos de vista? Visualmente inacreditável (quanto maior for um filme de Jerry Bruckheimer, melhor), humor comum concordante com os outros dois filmes, uma historia tão-somente interessante e as performances emocionanates de cada um. Muito sinceramente? Vale a pena..
Ah! Aqui fica o “resumo”: Will, Barbossa e Elizabeth estão unidos na batalha para salvarem o extraordinário e excêntrico Capitão Jack Sparrow da “armadilha” de Davy Jones, enquanto este e o seu navio assombrado espalham a destruição pelos oceanos. A sua aventura leva-os até Singapura, onde terão de enfrentar o pirata chinês Sao Feng. A caminho dos confins do mundo, cada um terá de escolher o seu destino numa batalha final titânica.





Take what you can. Give nothing back!

Música no Coração, versão La Féria


No palco do célebre teatro Politeama, temos “Música no Coração”; troca-mos Julie Andrews por Anabela/Lucia Moniz, Christopher Plummer por Carlos Quintas, continuando alternando os actores do filme de 1965 com os artistas de Filipe La Féria alcançando o suposto épico teatral de tamanha obra. Baseado no livro “The Story of the Trapp Family singers”, La Féria teve a oportunidade de dirigir tamanho acto com a ajuda de Lauro António ou até tamanhos senhores como Richard Roger e Óscar Hammerstein e claro, Howard Lindsay e Russel Crouse. Com centenas de adaptações, inúmeros galardoes arrecadados, “Musica no Coração” nunca será esquecido através das suas adaptações para o palco e claramente pelo memorável filme de Robert Wise.