faz parte do seu verdadeiro ser.
corre sem obstáculos.
curiosa.
ninguém saberá o quanto ela voa. nunca.
Este aqui não vai ao fundo. De um lado temos muitas opiniões variadas e do outro temos a nossa opinião ou talvez a opinião dos supostos críticos. De qualquer modo, aqui têm uma espécie de review:
nos entregue como algo de excepcional, na forma de como o “swash swash buckle buckle” progrediu de filme para filme alcançando um género de aventura descoordenado (o que desde já funcionou bastante bem, sendo insaciável). Digamos que com esta trilogia, o mundo mudou de ideias em relação às lendas/histórias de piratas e deu não uma segunda, mas duas oportunidades para a surpreender. O resultado está à vista, neste 3º capitulo mais “escuro” do destino dos nossos protagonistas; Jack Sparrow é um espectáculo (graças ao virtuoso Johnny Depp), Will Turner, um corajoso
, doce rapaz (Orlando Bloom encaixa perfeitamente) e por fim, Elizabeth Swann, a personagem intuitiva que procura por desafios (interpretada por Keira Knightley). Tendo alguns trunfos no seu historial (realizador de “The Ring” e “The Weather Man”), Gore Verbinski completa a sua primeira trilogia de uma forma simbólica… era capaz de eleger esta como uma das melhoras trilogias dos últimos dez anos. 




