Notting Hill



Richard Curtis é o responsável do meu gosto por comédias-românticas. Especialmente as britânicas (que sempre habitaram no meu universo infanto-juvenil recheado de posters e bandas sonoras conhecidas... a trama destes filmes nunca me era ensinada até finalmente ser compreendida numa idade mais avançada). "Notting Hill" não é excepção. Com a sempre bonita Julia Roberts e o já conhecido Hugh Grant lembro-me vagamente da invasão deste filme no meu quotidiano. As imagens estavam por todo o lado, até alguém da família chegou a adquirir a banda sonora (tal como "Bridget Jones Diary" e mais tarde a minha comédia-romântica preferida: "Love Actually"). Argumento assinado por Richard Curtis e realizado por Roger Mitchell, a maior estrela de Hollywood, Anna Scott, apaixona-se por William Thacker, um homem comum a todos os outros. Um filme de felizes acidentes e infelizes coincidências - onde tudo faz parte da surpresa de viver. Denotei que Curtis tem uma fórmula completamente apaixonante de apresentar os seus filmes: através de uma narrativa modesta mas especial no seu romance, faz-nos acreditar que aquela ou a tal história de amor é possível num pedacinho de Londres. Filme romântico que estreava num belo final dos anos 90.
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