La Vie en Rose


O trémulo da sua voz fez o seu reconhecimento como artista e pessoa. Falo de Edith Piaf, uma personalidade conotada como a encarnação de Paris e que é-me difícil escrever sobre tal pessoa. Nascera em 1918, abençoada com a sorte de possuir uma voz em bruto que captava todo tipo de variados ouvintes, Edith fora-se desenrascando nas ruas. Após uma infância perturbadora, é em Montamarte, Paris que ruge sobre a sua alma atormentada.
Aqui começa a fama, os encontros, a dor, o ócio, as vozes e os fantasmas. As suas quebras de loucura temperamental já caracterizavam o humor de Piaf muito antes da dependência de drogas e estupefacientes derivados, mesmo assim apaixonou-se, fez pela vida, sorriu ao amor, não descansara. Faleceu devido ao excesso, estava numa debilitação sem retorno. Uma biografia brilhante de Olivier Dahan com Marion Cotillard, Sylvie Testud, Palcal Greggory e Gérard Depardieu. Um tributo de valor real.
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