Eat Pray Love

Parece que uma maldição atraiçoa as adaptações literárias ao grande ecran. No caso deste filme de Ryan Murphy denota-se esse essencialmente o lado puro da ideia que tornara na jornada pessoal da escritora Elizabeth Gilbert. Uma ideia de tal ordem que fascina o espectador e o seduz pelo seu lado real aliciando com um toque de humanidade como se a ficção acontecesse nas nossas vidas sem intermédio algum (ou pelo menos pensamos nisso).
Cada vez mais os fenómenos sociológicos atingem uma maneira particular e uma abordagem diferente ao mainstream da industria cinematográfica e é brilhante olhar o quanto esta relação muda conforme o tempo e o espaço. Acredito que o livro valha a pena e que este filme apenas conquista-nos pela beldade e simplicidade da imagem. Está nas nossas mãos e à nossa volta a oportunidade de ser nós próprios. Nada mais a apontar.
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