"o que andas a ver?"

Já lá vai o tempo em que escrevia sobre series de televisão mas verdade seja dita nunca escrevi decentemente sobre uma sequer e este hábito tira algum tempo em visionamento de longas-metragens. Para exemplificar este “mau comportamento” (ou se o quiserem classificar como desleixo), fiz uma lista:

completas e encerradas
Estas são as series que foram vistas de uma ponta à outra num curto espaço de tempo (e algumas delas não foram vistas em 2010) e que já se encontram definitivamente encerradas.

-Buffy, The Vampire Slayer
-The Tudors - 1ª e 2ª época
-Sex and The City
-True Blood (excepção: vamos lá ver como vai ser a proxima época)
-Pride and Prejudice
-Glee - 1ª época (era giro mas já não é)
-Lie to Me - 1 época (tem a "House" fórmula... por vezes enfraquece)
-Modern Family - 1ª época
-United States of Tara – 1ª época
-Heroes – 1ª e 2ª época
-Um Mundo Catita
-Skins – 1ª, 2ª, 3ª e 4ª época (mas este já tinha feito referências anteriores)



In/completas e até à data
Os títulos seguintes são aqueles que ainda vejo e os quais (alguns) já vi tudo das épocas passadas até a data. Estas são as escolhas normais num dia dito “normal”.

-The Big Bang Theory
-How I Met Your Mother
-The Walking Dead
-South Park
-Dexter
-Friends
-Six Feet Under
-The Simpsons
-Weeds
-Mad Men



Aleatórias
As aleatórias são aquelas que por mero acaso apetece-me ver mas não deixam de cativar mundos e fundos… apenas não tenho uma assiduidade directa mas gosto de variar de vez em quando.

-Californication
-Desperate Romantics
-The Cleveland Show
-Family Guy
-Nip Tuck
-American Dad
-Nurse Jackie
-Seinfeld
-Being Human
-Scrubs
-Fringe
-The L Word

Por agora é só. Mas ainda nesta época natalícia irei explorar "Misfits" pela simples recomendação de uma amiga. Entretanto... (tenho de ver filmes! arr).

Singin' Swingin' Glorious Feelin' Technicolor Musical

Como um crítico norte-americano disse em tempos “ O musical de todos os guarda-chuvas!”. Foi nesta precisa data que em 1952 estreava em Portugal o êxito “Singin’ in the Rain”, realizado por Stanley Donen e Gene Kelly, também protagonizado pelo próprio Kelly, Donald O’Conor e Debbie Reynolds. Um musical excêntrico à moda clássica da velha guarda americana. Uma nostalgia sorridente.

Manhattan


Original e fiel, Woody Allen, escreve e descreve sem palavras. “Manhattan” é uma obra apreensiva através de imagens e da captura viva no coração de Nova Iorque. Tão clássico quanto a musica de George Gerswhin a beleza do contratempo entre relações humanas e complicações amorosas. Allen conta as histórias que completam o puzzle da ilha de Manhattan. Um clássico de 1979 da metrópole que é feita pelas pessoas. Beleza cinematográfica.

Get the hot girl. Defeat her evil exes. Hit love where it hurts.



Estreia hoje em todo o país e eu já tive o prazer de ir à ante-estreia no estoril film festival. O novo filme do realizador Edgar Wright pode não ter sido lá muito bem recebido nos EUA mas isso não significa nada. mesmo. “Scott Pilgrim vs. The World” conquista mundos e fundos por onde passa. Não só tem acção, comédia, romance como está recheado de referências minunciosas universais. Com Michael Cera, Alison Pill, Mark Webber, Kieran Culkin e Mary Elizabeth Winstead, Wright soma pontos a torto e a direito, passado a ser considerado um realizador a ter em atenção. Recomendo. Irei reve-lo ainda esta semana. For the Win.

Be careful what you wish for


Baseado no fabuloso livro de Neil Gaiman “Coraline” é um de filme de Henry Selick. Nomeado para o Óscar de Melhor Filme de Animação este trabalho magnífico de Selick e toda uma vasta equipa resultou num filme mais negro do que parece. Mágico desde o conceito ao resultado. Adoro e recomendo.

Hot Fuzz

Antes de “Scott Pilgrim vs. the World”o realizador Edgar Wright escreveu em parceria com Simon Pegg “Hot Fuzz” um filme também assinado pela realização de Wright e bem aceite pelo publico. Quando Nicholas Angel (Simon Pegg) vê-se obrigado a ser transferido para a pequena vila de Sandford, impor a lei parece ser difícil até conhecer Danny (Nick Frost) que o põe mais a par sobre esta pequena comunidade reconhecida por ser a mais pacífica de toda a Inglaterra. Entretanto Nicholas começa a desenvolver uma teoria baseada nos factos de pequenos acidentes que poderão estar relacionados entre eles. Uma comédia britânica recheada de acção abusando do género de montagem espectacular. Recomendo. Provavelmente o único filme de polícias que realmente gosto.

Sex and The City 2


Mais uma vez Michael Patrick King brinda um filme para as fãs de “Sex and the City”. O problema é que pelo menos para mim isto é uma ofensa. A sério, vejam a serie, não os filmes.

Remarkable. Unbelievable. Impossible. And true.


Não confundir com a versão dos anos 40, “The Adventures of Baron Munchausen” é um filme datado 1988 do grande cineasta Terry Gilliam com John Neville, Uma Thurman, Sarah Polley e Eric Idle. Para quem gosta de aventuras. Super estético e divertido. Who doesn’t love Gilliam?

Thumbsucker


Todas as pessoas acusam Justin de ter um segredo, uma barreira, algo que o impede de ser quem é. Na verdade, este adolescente de 17 anos chupa no dedo. Obviamente que mostra claramente o lado ridículo de lidar com a situação mas será que Justin está pronto para largar o seu dedo?
Um filme com LouPucci, Tilda Swinton, Keanu Reeves, Vincent O’nofrio, Benjamin Bratt e Vince Vaughn. Baseado no livro de Walter Kirn e realizado por Mike Mills. Um drama indie repleto de puberdade “clássica”.

PostSecret

O PostSecret Português é um projeto artístico coletivo, no qual pessoas enviam por correio anonimamente segredos que partilham por via de postais elaborados por elas.

este é um projecto especial que queria partilhar convosco. espero que gostem e participem.


http://postsecretpt.blogs.sapo.pt/ 


 

Nowhere Is Safe


Dizem que à terceira é de vez e por vezes é bem verdade. Há cinco anos que não gostava tanto de um filme da saga Harry Potter como hoje. Com a escolha de David Yates para realizar o quinto livro e posteriores não me deixou muito animada. Confesso que não sou particularmente fã do realizador. O meu descontentamento sobrepôs-se à história mal contada visualmente e que por mais que amássemos as personagens parecia que a pouco e pouco um projecto tão especial, baseado nas obras de J.K. Rowling, ia perdendo a magia no grande ecran. Mas felizmente esta primeira parte “Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 1” surpreendeu-me pela positiva (possivelmente pelo simples facto da história estar dividida em duas partes). Denota-se uma narrativa demorada, acção comprometida à sua função e garante que a fórmula Harry Potter volta ao seu elemento natural. Sem esquecer a afirmação clara de um crescimento, evolução, mudança no mundo da magia onde Harry, Ron e Hermione se encontram. O caos está instalado. Merece ser visto com bons olhos. Este é meio caminho para o fim de uma era e tenho um orgulho particular em fazer parte desta época. Espero que sintam o mesmo.




PS – e para quem não sabia: Há um português em hogwarts

2001: A Space Odyssey

Em 1968 estreava o filme mais Sci-fi as it should realizado e produzido por Stanley Kubrick. Um filme intenso com a Máquina e o Homem recheado de valsa e música clássica. Contudo, gosto de ver e rever Kubrick por outros feitos. Mítico do seu género.

The Little Traitor

Baseado no romance de Amos Oz, este filme de Lynn Roth conta com Ido Port e Alfred Molina para relatar o caso da Palestina em 1947 onde os Britânicos desde 1917 tinham ocupado terras inóspitas trazendo depois da 2ª Guerra Mundial, uma enchente de refugiados pós – holocausto. Derivado a esta e outras medidas o povo palestiniano encontrava-se revoltado e com um ódio permanente aos ingleses. Para evitar confusões existia uma hora de recolher obrigatório para as comunidades Árabes e Judaicas. Aqui em Jerusalém estava Proffy, um rapaz de família judaica, bastante influente no seu grupo de amigos e pouco ambicioso da vida que levava.


Após ter-se metido em sarilhos, Proffy corre o mais depressa que pode até casa, pois a hora de recolher obrigatório já passou, até que é apanhado por um sargento que surpreendentemente apenas o acompanha até casa. Proffy fica intrigado com o lado humano de uma figura que tanto odeia. Começa a conhecer e a trocar impressões com sargento Dunlop, uma amizade não aprovada pela comunidade judaica. Descobrir que o diferente é igual mesmo que os tempos sejam os mais difíceis e reconhecer em qual dos lados cada um se mantém.

Someone is missing.


O trailer despertou-me mera curiosidade, o filme era tudo que não estava à espera. Martin Scorsese ultrapassou as marcas do invejável em “Shutter Island”. Um filme de mistério e assustador onde a banda sonora ou até o próprio lettering do filme indicam o termo “épico” claramente. Começa em Boston Harbor Islands no ano de 1954 quando Teddy (Leonardo DiCaprio) e o seu colega Chuck (Mark Ruffalo) vão para uma penitenciária investigar o desaparecimento de uma das pacientes. Nada dos acontecimentos seguintes serão ocorrentes na mente do espectador. Também no elenco: Ben Kingsley, Michelle Williams e Max Von Sudow. Muito Bom. Recomendo.

The Imaginarium of Doctor Parnassus



Pode parecer estranho mas quase tudo relativo a fantasia estranha e completamente arbitrária fascina-me tanto quanto o coelho branco de Alice, atraí-me a atenção. E por coincidência, sendo Terry Gilliam o mestre do arbitrário estético nada me faz desgostar de “The Imaginarium of Doctor Parnassus”. Um filme que não exaltou expectativas mas por isso mesmo fora tão bem recebido. Gosto e recomendo aos fãs de Gilliam que coitado, já deve estar habituado a ter problemas na produção de filmes. Com Heath Ledger, Christopher Plummer, Johnny Depp, Lily Cole, Jude Law, Colin Farrell, Verne Troyer, Tom Waits. E já agora, a nomeada para o Óscar de Melhor Guarda-Roupa, Monique Prudhomme, deveria ter ganho.

a kind of interview (I)

A primeira de muitas. esta tinha sido proposta à algum tempo mas só agora decidi responder:

TEN ARE YOU’S
1. Are you single – Yes.
2. Are you happy – Sure.
3. Are you bored – If I wasn’t bored I wouldn’t be doing this.
4. Are you naked – No.
5. Are you a blonde – Not at all.
6. Are you moody – Nop.
7. Are you a lover/hater – Hater of apathy, lover of discovering.
8. Are you hot/cold – mostly warm.
9. Are you Irish – I don’t think so.
10. Are you Asian – Yes, half! I think…

TEN FACTS
1. Name – Joana
2. Middle – Andrés (it sucks)
3. Any birth marks – have many but they are discrete.
4. Hair color – Brunette.
5. Natural hair color – answer above. I died my hair but it was a long time ago.
6. Eye color – Browny eyes.
7. Height – damm I’m tall
8. Mood – curious
9. Favorite color – Amaranth
10. One Place You Want to Visit – New York (example).

The Sunshine Boys


Tal como no filme de 1975 de Herbert Ross em 1995 saiu uma versão renovada da obra teatral de Neil Simon, “The Sunshine Boys”, protagonizado por Woody Allen, Peter Falk e Sarah Jessica Parker. Um remake muito mas muito fraco.

Despicable Me



Em 2010 previa-se (dizem as fontes) um lançamento de seis grandes blockbusters de filmes de animação 3D onde até agora foram os que arrecadaram de grosso modo mais € nas bilheteiras. “Despicable Me” não é excepção à regra mas no entanto é sim uma óptima novidade por parte dos estúdios da Universal Pictures (visto que anteriormente os seus sucessos no campo da animação digital foram nulos…). Realizado por Pierre Coffin e Chris Renaud, ainda dois talentos “verdes” na grande indústria da animação, trazem uma história original de Sergio Pablos sobre um vilão, Gru, que planeia executar o maior roubo inédito da História. Com as vozes e talento de Steve Carell, Russell Brand, Jason Segel e Julie Andrews. Um filme que aproveita todos os benefícios da animação e da emoção/comédia intuitiva tal como do aproveitamento da estereoscopia (ou seja, do 3D). Recomendo que venham às salas de cinema e que ponham os óculos. Gostei mesmo.

Y tu mamá también


Nomeado para Melhor Argumento Original, “Y Tu Mamá También” narra o Verão de Tenoch (Diego Luna) e Julio (Gael García Bernal), dois amigos inseparáveis que apesar de partilharem os mesmos gostos, comportam-se de uma maneira diferente. Ao conhecer a bela Luísa (Maribel Verdú), os dois amigos vêm-se tentados a convidá-la para ir à praia. Quando Luísa aceita ninguém irá prever o desenrolar de acontecimentos seguintes. Um Verão memorável. Um filme de Alfonso Cuarón que aborda de uma forma ampla o desejo da idade do armário. Bom. Recomendo.

Vertigo (1958)



De Alfred Hitchcock. Banda Sonora mítica de Bernard Herrmann. Obsessão e mistério. James Stewart e Kim Novak.

What makes us different makes us beautiful

A família aristocrata Wilhern deparava-se com um grande problema. Uma maldição tinha caído sobre a recém-nascida Penelope, filha de Franklin e Jessica, nasceu com cara de porco. Na altura fora um imerso problema sem fim, a mãe da pequena Penelope privara-a do mundo exterior. Durante 18 anos Penelope nunca saiu de casa mas em contrapartida fora muito bem educada pelos poucos que a rodeavam. Mais tarde, quando se tornou mais madura, foram sete anos em busca do pretendente ideal que rompesse a maldição e trouxesse a verdadeira aparência de Penelope de volta. Para isto acontecer teria que encontrar alguém que a amasse fielmente. Um conto original escrito por Leslie Caveny e realizado por Marc Palansky. Com Christina Ricci, James McAvoy, Catherine O’Hara, Reese Witherspoon e Richard E. Grant. Tem bocadinhos de magia.

There is no justice without sin.


Filmado e Montado por Robert Rodriguez e realizado pelo mesmo adicionando Frank Miller e um convidado especial: Quentin Tarantino. Adaptado das famosas graphic novels de Frank Miller, “Sin City” fora algo nunca visto até 2005. Toda a corrupção violenta que percorre e dá vida às ruas desta cidade toma como exemplo três histórias onde a verdade está sempre a um passo adverso de se revelar. Um filme com ambiente brutal, super rico que ultrapassa as margens do ecran. Um clássico.

Eyes Wide Shut


Female Vanity Exists. Stanley Kublick realizou uma obra-prima baseada na obra do escritor Arthur Schnitzler. Um filme que felizmente tenho de rever não só por ser o ultimo de Kubrick mas também como alínea a tentação e a virgindade de um lado psíquico e perverso que só o seu cinema retém. Com Tom Cruise e a sempre bela Nicole Kidman. Brilhante.

Marley & Me


Este não é certamente o tipo de filme que eu mais vejo mas por mero acaso vi este “Marley & Me” de David Frankel adaptado da célebre obra de John Grogan. Podem julgar pela capa que é este é mais um daqueles filmes foleiros sobre o animalzinho de estimação e o dono que é muito distraído, pois enganem-se porque este filme é apenas nuance sincopada da verdadeira narrativa do livro. “Marley & Me” simboliza o que todas as pessoas sentem quando têm um animal de estimação. Nunca li o livro mas parece-me ser mais interessante do que a adaptação cinematográfica… às vezes o franchising do cinema vendedor estraga um bocado a magia.

Ever wanted to be someone else? Now you can

Realizador de “Adaptation”, Spike Jonze realizou o conhecido e mítico “Being John Malkovich”. Um grande filme com John Cusack, Cameron Diaz e John Malkovich onde Craig, um apaixonado profissional de marionetas descobre que no seu novo e estranhíssimo emprego existe um portal que permite experimentar um corpo de outra pessoa, e sem demoras, esta ultima é o actor John Malkovich. Pode parecer um pouco confuso e sem sentido mas na realidade foi escrito pelo famoso Charlie Kaufman. Recomendo.

Irina Palm

Este é uma obra cinematográfica excelente do realizador de “Rashevski's Tango”, Sam Garbarski. Maggie (Marianne Faithfull) está desesperadamente à procura de dinheiro para ajudar o seu filho a pagar os cuidados médicos do neto que está a morrer no hospital. Na sua procura descobre algo que não estava à espera mas, felizmente, este emprego dá muito dinheiro. Pode ser uma profissão simples mas nem toda a gente o faz. Um excelente filme. Recomendo. (incluo a banda sonora).

Long hours. Low pay. High times.


Realizador de “Superbad”, Greg Mottola, realizou e escreveu esta história sobre James, um adolescente típico americano que ambiciona outro mundo para além da sua cidade. Infelizmente já não vai fazer a sua viagem pela Europa com o amigo, os pais ficaram sem dinheiro e James vê-se obrigado a encontrar um emprego de Verão para dar rumo á sua vida. Acaba por ser contratado no parque diversões “Adventureland” onde conhece novos amigos e Em, uma rapariga mística a seu ver. Verão de 1987 a não esquecer. Uma comédia adolescente das boas com Kristen Stewart, Jesse Einsenberg, Martin Starr, Bill Hader, Ryan Reynolds e Kristen Wiig. È a segunda vez que gostei de Stewart após “Into the Wild” e espero que Jesse Einsenberg não se torne cópia de Michael Cera.

it's true


I'm back... é tão certo quanto senhor George Romero ser o convidado principal do MOTELx e a festa do avante ser daqui a uma semana. as férias ainda não acabaram. e ainda bem.

Audrey Hepburn plays that daring, darling Holly Golightly to a new high in entertainment delight!


A comédia clássica de 1961 que deslumbrou imensos corações arrebatados com a beleza intensa de Audrey Hepburn, não passaram despercebidos a este filme de Blake Edwards, “Breakfast at Tiffany’s”. Um filme não tão fútil como parece ser que é conduzido pela intriga de Paul (George Peppard) em relação à personalidade única de Holly. Um must de culto. Baseado na obra literária de Truman Capote.

Sometimes, you have to lose your way to get back home

Pode parecer estranho mas uma personalidade épica como Homero fora fulcral para que Joel e Ethan Coen escrevessem e realizassem “O Brother, Where Art Thou?”. Siga Everett (George Clooney), Pete (John Turturro) e Delmar (Tim Blake Nelson) numa jornada divertidíssima à procura de um tesouro?


Ten Minutes Older

Aki Kaurismaki, Victor Erice, Werner Herzog, Jim Jarmusch, Wim Wenders, Spike Lee, Chen Kaige, Bernardo Bertolucci, Mike Figgis, Jirí Menzel, István Szabó, Claire Dennis, Volker Scholondorff, Michael Radford e Jean-Luc Godard reúnem um conjunto de curtas-metragens dividido em duas partes: The Trumpet e The Cello. Este projecto cinematográfico visa o tempo como objecto pertinente neste nosso novo século. Para os eruditos de uma 7ª arte observadora.

Whip It


Bliss (Ellen Page) é uma adolescente tímida, mesmo assim não impede que a sua rebeldia controversa se imponha no seu estilo e nas suas escolhas. O problema é que a pequena vila onde está inserida é demasiado conservadora para o seu gosto. Até que por mero acaso descobriu na cidade de Austin um desporto underground liderado por raparigas rebeldes e diferentes. Bliss encontra a oportunidade de sair da sua vida monótona de uma pequena vila do Texas e começa a aprender as regras do jogo. Este é a primeira longa-metragem de Drew Barrymore como realizadora e, modéstia à parte, é um óptimo debut film. Esperemos que continue e evolue neste caminho. Ellen Page, Marcia Gay Harden, Sarah Habel, Kristen Wiig, Juliette Lewis, Andrew Wilson, Jimmy Fallon e Zoe Bell adicionam ao chick flick uma nova perspectiva. Atitude e acima de tudo confiança. Da autoria de Shauna Cross.

Her voice became his passion. Her love became his obsession. Her refusal became his rage.....

Este filme de Joel Schumacher poderia ser mais uma adaptação do palco para o grande ecran satisfatoriamente sucedida mas graças à enorme colaboração do reconhecido dramaturgo, Andrew Lloyd Webber, o resultado de “The Phantom of the Opera” supera expectativas e delineia toda uma obra clássica de carácter trágico que figura um triângulo amoroso impossível. Tal como uma grande epopeia, o mais difícil é combater a nossa revolta interior, neste caso, do génio à demência, o Fantasma da Ópera já não tem de se esconder por detrás da máscara. Um filme classicamente dramático, musical (obvio) e com um toque de ostentação pelo espaço e pela acção que decorre num palco. Com Gerard Butler, Emmy Rossum, Patrick Wilson, Miranda Richardson e Minnie Driver. Para quem é fanático por Lloyd Webber e também para aqueles que tencionam obter uma introdução à narrativa de “O Fantasma da Ópera”.

New York, I Love You




Realizadores e Actores colidem numa cidade. Os fortes contrastes das suas ruas mostram com facilidade que o amor acontece e não o é por acaso. Respirar sobre as dúvidas. Abrir a mente. Personificar em diferentes realidades tridimensionais a metrópole das metrópoles, Nova Iorque.
Para quem gostou de Paris Je T’aime e tenciona explorar este puzzle de curtas e histórias por contar.

A Divina Comédia

Ganhou o prémio especial do Júri no festival de Veneza em 1991. Um filme de Manoel de Oliveira com Maria de Medeiros, Miguel Guilherme entre outros grandes actores.
Numa casa de doentes mentais encontram-se pessoas com ideias alucinadas figurando imagens bíblicas como Eva, Adão, Lázaro, Fariseu, Marta, Jesus e Maria e entre estes também encontram-se personagens de romance. Curiosamente, até à data, o único filme antigo (antes do ano 2000) de Oliveira que gostei.

to say hurray!


Kramer vs. Kramer


Vencedor de cinco Óscares da Academia: Melhor Realizador, Melhor Filme, Melhor Actriz Secundária, Melhor Actor Principal e Melhor Argumento Adaptado. Um filme de Robert Benton. “Kramer V.S. Kramer” é um drama glorificado por grandes actores, Dustin Hoffman e Meryl Streep, que interpretam Ted e Joanna, um casal típico da vida citadina de Nova Iorque. Quando Ted fica perplexo com a despedidada de Joanna, este irá levar algum tempo a contrabalançar a sua vida e também, claro, ajudar o seu filho Billy de oito anos. Um filme muito bom do final dos anos 70.

Ladri di biciclette


De Vittorio De Sica. Com Lamberto Maggiorain. Parece que a vida de uma família pobre irá mudar. Quando Antonio Ricci recebe a proposta do seu novo trabalho, este tem que possuir obrigatoriamente uma bicicleta. Este objecto de locomoção representará o peso do sustento desta família. No entanto, o ganha-pão da família Ricci irá-lhe ser retirado bruscamente e Antonio terá de inevitavelmente emendar a situação. Um filme memorável.