Avatar

Já está nomeado para quatro globos de ouro e há quem diga que este é o princípio de um novo cinema digital. Concordo.
James Cameron assina com orgulho o cargo de realizador e argumentista do seu novo filme que tomou primórdios em 1994. Provavelmente não imaginara que o género de ficção científica iria ser elevado a um novo escalão com o CGI e a emancipação contínua do 3D, também associado ao motion-capture cada vez mais rico na sua técnica.
“Avatar” é um filme épico, o clássico dos nossos tempos sobre o Herói. Ao acordar, Jake Sully (Sam Worthington) depara-se com a morte do irmão e com a condição de ter ficado paraplégico. È imediatamente enviado para o planeta Pandora onde irá substituir o irmão no projecto Avatar. Neste mundo pós-apocalíptico, o ser humano sente a necessidade primária e conhecer e posteriormente dominar o exterior que o rodeia.
A missão de Jake será conhecer intimamente a tribo Na’vi mas este irá descobrir que existe algo mais do que poder, possessão, e que todos temos o nosso espaço e sentimos uma união com todos os seres vivos que nos rodeiam. Com este reconhecimento, Jake começa a misturar o sonho com a realidade e começa a questionar-se sobre a sua própria natureza. Este terá de escolher o seu lugar, a sua convicção.
Este é o filme da season (também foi dos mais esperados do ano) que não só é um vislumbre visual como acrescenta mais uma designação/moral ao termo “guerra”. Aconselho a vivamente a verem este “Avatar” de James Cameron.

P.S. – Também recomendo aos mais curiosos uma visita ao Trivia da Pré-Produçao e Making Off do filme e se estão na dúvida entre ver em 3D ou não leiam isto.
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