There can be no understanding between the hands and the brain unless the heart acts as mediator

Do grande realizador Fritz Lang e do argumentista/escritor Thea Von Harbou, chega-nos a cidade futurista de todos os tempos – Metropolis – aqui existem duas classes distintas: o mundo subterrâneo dos trabalhadores que fazem mover as máquinas e os sortudos que vivem à superfície da terra nos jardins eternos, nos teatros, nos estádios. O filho do senhor de Metropolis, o jovem Freder, após ter assistido às atrocidades das máquinas, decide submeter-se a uma identidade de operário. Mais tarde, nas catacumbas conhece Maria, uma senhora que dava esperança aos pobres trabalhadores, afirmava com toda a certeza que o mediador entre o cérebro e as mãos é o coração. Entretanto, a grande metrópole torna-se metaforicamente uma maldição, quando um inventor cria um robot humano. Um clássico dos clássicos com grandes cenários imponentes. 5 estrelas.

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