Factory Girl

Tudo começou em 1964 quando Edie Sedgwick (Sienna Miller) deixou Cambridge Art School para viver em Nova Iorque. Estava no sítio en vogue para modificar a sua forma de pintar. Até que na abertura de uma galeria, o artista Andy Warhol (Guy Pearce) ficou fascinado com a personalidade e beleza de Edie. Com a magia da “factory”, o hotspot dos artistas underground, Warhol começou a usar a energia inevitável de Edie para recriar mais uma vez a sua forma de arte e de filosofia perante a vida quodiana. Rapidamente, Edie tornou-se a 1ª e única musa de Andy Warhol, eram os melhores amigos, partilhavam a fama mas não a riqueza nem as origens. Eddie tinha memórias traumáticas dos seus tempos de infância e Warhol raramente falava sobre a sua família, limitava-se a respostas curtas, um pouco vagas. No pique da sua carreira, Sedgwick conheceu nas comuns wild partys um famoso musico. Este acabou por dar a Edie o amor e conforto que realmente precisava. Consequentemente, veio afectar a vida profissional (e não só) de Andy Warhol, começando por desprezar a sua musa, deixando-a na banca rota. Este é um filme de George Hickenlooper sobre a revolução a nível estético e principalmente sobre o up and down de uma senhora fascinante – Edie Sedgwick. 3 estrelas.
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