The Forbidden Fruit Tastes the Sweetest


Eu não li o livro de Stephenie Meyer, logo não vou julgar o filme pelo livro. O filme “Twilight” da realizadora Catherine Hardwicke está satisfatório, isto é, é capaz de agradar a todos os membros da audiência (mas isso é jogar com a teoria da relatividade… que num blockbuster está ainda mais exposta do que noutros filmes).
Partindo do Plot Point em que é estabelece-se uma ligação entre Edward Cullen e Bella Swan – ele vampiro, ela uma mortal. Mantemos o princípio de que estes dois personagens principais pertencem a naturezas diferentes, este detalhe foi excelentemente representado pela prestação dos actores – Kristen Stewart e Robert Pattinson resultam numa situação de amor impossível.
Porém, existem algumas frases no guião que não se adequam ao contexto da história, simplesmente não resultam no contexto dramático de certas cenas (como por exemplo o “You’re Beautifull” de Bella quando vê o verdadeiro aspecto de Edward à luz do sol. No entanto conseguimos contrastar com frases magníficas como esta - "About three things I was certain. First, Edward was a vampire. Second, there was a part of him, and I didn't know how dominant that part might be, that thirsted for my blood. And Third, I was unconditionally and irrevocably in love with him").
Para concluir em pleno, não esperem muita acção tal como o trailer sugere, acaba por prometer demais do que a longa-metragem mostra com evidência – a essência do filme é o amor de Edward e Bella. Romantismo numa ligação invulgar. Desejo v.s. Perigo. Gostei. 3 estrelas.
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