The Only Thing Greater Than the Power of the Mind is the Courage of the Heart

Uma história humana sobre o génio, a loucura e o reconhecimento. A devoção de um ser humano que afastou John Nash da doença mental: a esquizofrenia. O mito matemático John Nash, para além de ter ganho o prémio Nobel em 1994, existe um percurso de vida duro antes dessa mesma data, antes dos aplausos. Este filme dirigido por Ron Howard, produzido por Brian Gazer e contando com o argumento de Akiva Goldsman, baseado na biografia escrita por Sylvia Nasar sobre coragem, amor e triunfo na vida de John Nash e de Alicia Nash, onde juntos venceram a tragédia. Enquanto luta contra as repentinas paranóias, alucinações, contra todas as ilusões que a sua mente possa causar, a relação envolvente entre o percurso da personagem e o publico é tão próxima que como espectador, conseguimos ter percepções sobre este problema, nunca o conseguiremos entender, a não ser que conheçam o caso sem ser por um ecran. Como de costume, não vou escrever a história de John e Alicia Nash aqui. Esta é a prova verídica do cinema: a 7ª arte tem como função divulgar histórias como esta, sensibilizar as pessoas, sobretudo divulgar. Para além de uma excelente caracterização das personagens, Russell Crowe ultrapassa completamente as expectativas, Jennifer Connelly também deslumbrante. Se comprarem o DVD de “A Beautiful Mind”, irão ver que os extras valem a pena. Nomeado para 8 Óscares da Academia, vencedor de 4 estátuas douradas, incluindo Melhor Filme, Melhor Realizador e Melhor Argumento Adaptado. Até parece que depois deste trabalho intenso, Ron Howard não fez “The Da Vinci Code”, mas isso é um pequeno aparte. 5 estrelas. 4 para o filme, acrescentando uma para a interpretação brilhante de Crowe.
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