Ninguém toca piano como Adrien Brody

ou deveria dizer “Ninguém toca piano como Wladyslaw Szpilman”, todavia, confesso que a minha devoção por Brody é grande mesmo. De todos os filmes em que participou, existem poucos como este que o enumeram como um dos melhores actores vivos à face da terra (na minha opinião, em todos os sentidos).
O interesse de filmar “The Pianist” veio da parte de Roman Polanski. Este abrangia inúmeras memórias da velha infância, dos horrores as quais assistiu no período mais negro da história da Europa. Embora o foco da narrativa fosse na obra literária do próprio Szpilman, neste livro optimista e alentador, apesar dos horrores descritos, podemos encontrar detalhes importantes que Polanski seguiu à risca durante as gravações do filme, o seu objectivo era contar uma história com exactidão.



O realizador confirma que a pesquisa para o filme, analisando pormenorizadamente o terror do holocausto, foi árdua a nível a nível psicológico, de tal forma que, também Adrien Brody manifestou que algumas partes do filme eram bastante sensíveis a nível psicológico, logo, o actor esforçou-se ao máximo para interpretar de uma forma mais realista e sóbria.
Por tudo isto, a história do pianista Wladyslaw Szpilman, a vítima que sobrevive graças à sua paixão pela música, graças à sua força de vontade, sobrevive. Pondero esta obra cinematográfica como um pequeno pedaço da maldade humana. Perturbante.

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