Limelight

A história de um palhaço sem piada e de uma bailarina que não dançava, ou seja, um comediante de renome sem emprego e uma bailarina jovem que tenta o suicídio. Calvero e Terry, são duas personagens dignas em manterem-se firmes à sua cumplicidade, ambos ajudam-se mutuamente; tanto a personagem de Calvero que necessita de acreditar em alguém e de Terry que precisa de um ombro amigo para sobreviver.
Dentro desta narrativa complexa, inundada de pequenas histórias de sonhos e desejos, destaca-se o sentimento predominante de esperança e de um certo incentivo ao apelo de viver intensamente. Logo após a tentativa de suicídio de Terry, Calvero encarrega-se de cuidar da recuperação da rapariga que não tem vontade de viver, esta cena é contrastada mais tarde com Terry a aconselhar Calvero a voltar ao mundo do espectáculo com os seus números de comédia, a acreditar em si próprio. Esta acção ilustra a capacidade de sentir de ambas as personagens, o facto de se poderem exprimir tanto ao espectador como no filme.
Além do riso contagiante que predomina a audiência, este filme assinado exclusivamente por Charles Chaplin é de carácter dramático, onde a narrativa baseia-se na prestação dos actores, ou seja, toda a acção se mantêm firmemente aos dois personagens – Terry e Calvero. Todo o argumento demonstra essencialmente sabedoria, cada frase assenta perfeitamente na vida das duas personagens e também no ponto de viragem em que estas se encontram, aliás este argumento não poderia ter sido escrito sem experiência de vida inigualável ao período de Chaplin.
Contendo uma moral elevada, esta obra conta a mais simples das histórias focando o desejo de viver, de nós, seres humanos, possuirmos a capacidade de nos expressarmos ao mundo, de transmitirmos o que sentimos, de ajudar outros a seguirem os seus sonhos e também da importância em nos adaptarmos a novas realidades fazendo sacrifícios para atingir os nossos objectivos. Obviamente que isto tudo só se é conseguido com o apoio de um grande amigo, de uma eterna amizade. 5 estrelas.

FINALMENTE!

Skins estreia na MTV Portugal


Uma das melhores séries europeias da actualidade e indubitavelmente a melhor série teen dos últimos anos vai estrear em Portugal na MTV Portugal. Em exclusivo ao Hotvnews, representantes da MTV Portugal confirmaram a compra do drama Skins e também a sua data de estreia em Portugal.

Janeiro de 2009. É quando este aclamado drama (ou dramédia) chegará a Portugal.


(...)
sabe tudo aqui: hotnews


Romeo + Juliet

Com “Australia” a chegar ao grande ecran no final deste ano, antes do sucesso de “Moulin Rouge!”, um dos melhores filmes musicais de sempre, Baz Luhrmann ocupava-se em adaptar a história de amor breath taking de todos os tempos – o clássico de William Shakespeare – Romeo and Juliet. A história já todos a sabemos mas esta versão de 1996 é visualmente fascinante, sendo adaptada noutro contexto, noutro palco e noutro espaço. Para este amor de assalto resultar, Leonardo Di Caprio fica irresistível no papel de Romeo e Claire Danes, uma das belas actrizes da sua geração, no papel de Juliet. 3 estrelas.

Prepare to be seduced

Nomeado para 6 Óscares da Academia, vencedor de Melhor Banda Sonora e Melhor Caracterização, “Frida” é um filme da realizadora Julie Taymor (o seu mais recente trablho foi “Across the Universe”), com Salma Hayek, Alfred Molina, António Banderas, Valeria Golino, Ashley Judd, Mia Maestro, Edward Norton e Geoffrey Rush. Esta é a vida de Frida Kahlo, partilhada com o famoso pintor Diego Rivera. Um percurso ousado de uma das mulheres mais intrigantes da história, uma revolucionária política, sexual e artística. Um filme metafórico sobre uma força artística única. 5 estrelas.

No One Gets Away Clean

Antes de começar a jornada do gang Ocean, Steven Soderbergh ganhou o Óscar de realizador por “Traffic” (este filme fora galardoado com o Óscar de Melhor Montagem, Melhor Actor Secundário e Melhor Argumento Adaptado). “Traffic” narra histórias paralelas que se cruzam conforme a infiltração do submundo das drogas no dia a dia dos vários personagens. Nos bastidores da corrupção conseguimos ter uma noção dos vícios que a droga pode gerar no ser humano, também relacionando o poder com a posse de droga ilegal. Com Michael Douglas, Don Cheadle, Dennis Quaid, Catherine Zeta-Jones e Benicio Del Toro. 3 estrelas.

100 anos de Manoel de Oliveira

e para comemorar, a Zon Lusomundo lançou isto no dia 28/11:

Nancy Meyers - uma carreira aos 59

Recentemente, tive a oportunidade de rever pela 2ª vez, “The Holiday” de Nancy Meyers, só depois apercebi-me que já tinha assistido a todos os filmes realizados pela mesma (e até alguns são mesmo da sua autoria como “The Parent Trap”, “The Holiday” e “Something’s Gotta Give” – todos estes projectos foram escritos e realizados por Meyers).
Foi a marca incondicional de Meyers que me fez escrever este comentário sobre os seus filmes, desde já um bom propósito para dar relevo à marca incondicional que deixa nas suas longas-metragens. Todas elas têm um toque inesquecível que aborda vários temas, mas todos eles estão envolvidos numa só palavra – amor. Como membro do público feminino, devo dizer que são filmes fascinantes do ponto de vista dos diálogos, e das reflexões (tanto abordando a filosofia do classic fool, como relatando as aventuras do dia-a-dia que nos apanham de surpresa).
Sim, são filmes mais direccionados para o lado feminino, isso é inevitável, o carácter dramático das personagens são facilmente identificados com o lado humano, em “The Holiday” ambas as personagens, tanto homens como mulheres, são reais, humanos, cheios de emoções, já em “What Women Want” as mulheres são assunto a discodificar e Mel Gibson um homem pronto a ler os pensamentos femininos.
Enquanto existir uma mística sobre o mundo feminino e o risco de gostar de alguém, os filmes de Nancy Meyers irão continuar virtuosos no seu género. Desde “The Parent Trap” até “The Holiday” – 4 estrelas.



P.S.- Meyers encontra-se a trabalhar num novo projecto ainda sem titulo para 2009, e que em principio envolve Merly Streep como personagem principal. Esperemos que sim.

The Forbidden Fruit Tastes the Sweetest


Eu não li o livro de Stephenie Meyer, logo não vou julgar o filme pelo livro. O filme “Twilight” da realizadora Catherine Hardwicke está satisfatório, isto é, é capaz de agradar a todos os membros da audiência (mas isso é jogar com a teoria da relatividade… que num blockbuster está ainda mais exposta do que noutros filmes).
Partindo do Plot Point em que é estabelece-se uma ligação entre Edward Cullen e Bella Swan – ele vampiro, ela uma mortal. Mantemos o princípio de que estes dois personagens principais pertencem a naturezas diferentes, este detalhe foi excelentemente representado pela prestação dos actores – Kristen Stewart e Robert Pattinson resultam numa situação de amor impossível.
Porém, existem algumas frases no guião que não se adequam ao contexto da história, simplesmente não resultam no contexto dramático de certas cenas (como por exemplo o “You’re Beautifull” de Bella quando vê o verdadeiro aspecto de Edward à luz do sol. No entanto conseguimos contrastar com frases magníficas como esta - "About three things I was certain. First, Edward was a vampire. Second, there was a part of him, and I didn't know how dominant that part might be, that thirsted for my blood. And Third, I was unconditionally and irrevocably in love with him").
Para concluir em pleno, não esperem muita acção tal como o trailer sugere, acaba por prometer demais do que a longa-metragem mostra com evidência – a essência do filme é o amor de Edward e Bella. Romantismo numa ligação invulgar. Desejo v.s. Perigo. Gostei. 3 estrelas.

In love, there are no boundaries

Anthony Minghella, autor de inúmeras obras cinematográficas – “Cold Mountain”, “The Talented Mr.Ripley” e “Truly, Madly, Deply” – desta colectânea the “best of” também faz parte uma fita conhecida por todos – “The English Patient”.


Nomeado para 12 Óscares da Academia, arrecadando 9 estatuetas na cerimónia de 1997, recorda-se Ralph Fiennes, Juliette Binoche, William Dafoe, Kristin Scott Thomas e Colin Firth num dos melhores filmes de sempre sobre um desastre de avião no deserto do Sahara que traz memorias inesquecíveis de quem viveu a aventura de uma vida. 5 estrelas.

Alfonso Cuarón


I believe that human beings are born first and given passports later. I'm really thankful for my journey. And it's a journey I didn't design.

Quantum of Solace

Esta foi uma grande jornada para Marc Forster (realizador do grande “Finding Neverland” e de “Monster’s Ball”), que realizou o episódio da saga mais vingativa do agente 007. A fúria que preenche Bond revela-se no seu comportamento independente e profissional como sempre. Claro que terá de salvar o dia, mas desta vez, ultrapassar a perda de Vesper será um desafio maior do que imaginava. O filme pode não ter relevância mas é, concerteza, exemplar. Com Daniel Craig pela segunda vez, a bela Olga Kurylenko, Mathieu Amalric e Judi Dench. A frase marcante: “I don't think the dead care about vengeance”. 3 estrelas.

because love make us hear stupid musics



Love can be a many splendored thing
Can't deny the joy it brings
A dozen roses, diamond rings
Dreams for sale and fairy tales
It'll make you hear a symphony
And you just want the world to see
But like a drug that makes you blind,
It'll fool ya every time

(chorus)
The trouble with love is,
It can tear you up inside
Make your heart believe a lie
It's stronger than your pride
The trouble with love is
It doesn't care how fast you fall
And you can't refuse the call
See, you got no say at all

Now I was once a fool, it's true
I played the game by all the rules
But now my world's a deeper blue
I'm sadder, but I'm wiser too
I swore I'd never love again
I swore my heart would never mend
Said love wasn't worth the pain
But then I hear it call my name

(chorus)

Every time I turn around
I think I've got it all figured out
My heart keeps callin' and I keep on fallin'
Over and over again
This sad story always ends the same
Me standin' in the pourin' rain
It seems no matter what I do
It tears my heart in two

The trouble with love, yeah
It can tear you up inside
Make your heart believe a lie
It's stronger than your pride

It's in your heart
It's in your soul
You won't get no control
See, you got no say at all

A New Age Has Begun



Para além de Shrek, personagem em diversos filmes, já com uma trilogia bem divertida, Andrew Andamson agarrou o desafiou de nos transportar nas obras C.S.Lewis. Neste 2º capitulo cinematográfico de “The Chronicles of Narnia” debatemo-nos com uma mudança do mundo de Narnia e mais uma vez, seguimos os 4 irmãos Pevensie – Peter (William Moseley), Susan (Anna Popplewell), Lucy (Georgie Henley) e Edmund (Skandar Keynes) – numa aventura por um mundo inimaginável onde encontrarão não só muitas mudanças como um novo elemento no reino de Narnia – Prince Caspian (Ben Barnes). Este prometeu ao povo de Narnia a liberdade, então os prometidos terão uma nova missão. Walden Media já é marca de referência no que toca a efeitos especiais, só vos digo, 5 estrelas. “The Chronicles of Narnia: Prince Caspian merece 3 estrelas, ficaremos à espera pelo 3º capítulo da saga cinematográfica (os livros de C.S. tem uma lógica diferente dos filmes) já com titulo assegurado e também realizado por Andrew Andamsom– “The Chronicles of Narnia: The Voyage of the Dawn Treader” – para 2010.

This is me, now



How could you even imagine such thing?!

Just tell me how stupid you are, how do you fall in love by someone that you don’t even know properly?!

That’s right! What a BIG discovery you had made!

LIFE IS HARD,

…and truth is even more freaking painful then you think.

If you think that everything was gonna be perfect, forget it!
There’s no “happy ending” at least you try to deserve it.

Yeah, welcome to the real word




(Waiting for someone to ring on my door)

Martin Scorsese



"Basically, you make another movie, and another, and hopefully you feel good about every picture you make. And you say, "My name is on that. I did that. It's OK". But don't get me wrong, I still get excited by it all. That, I hope, will never disappear."

yeah

Adaptation


Num mosaico de histórias reais misturadas com ficção, Spike Johnze, Daniel Kaufman e Charlie Kaufman conseguiram com um elenco de luxo: Nicolas Cage, Chris Cooper, Merly Streep e Tilda Swinton adaptar esta comédia sobre a união dos seres orgânicos com o seu humano, a adaptação que nos une a todos e que poderá mudar o pensamento. 3 estrelas.

The Lost City





Nos anos 50, antes e durante o espírito revolucionário protagonizado por Fidel Castro e Che Guevara, existia um lado de Cuba que não era pobre, um espírito cubano enraizado na música e nos velhos valores familiares. Durante 1958 e 1959, a família Fellove vai ser posta à prova, a revolução já pairava no ar, os irmãos de Fico Fellove entregaram-se à luta pela pátria, pela revolução, para unir o seu pais de lês a lês muitos tiveram de abdicar das suas famílias. Para ser livre tem de se fazer sacrifícios. Este filme realizado e protagonizado por Andy Garcia, é uma homenagem pessoal do próprio à sua terra natal e à cultura cubana. Também este sendo um tema sensível para a maioria dos actores envolvidos, visto que alguns dos seus familiares estiveram sensíveis a este período no final dos anos 50. Sendo a música a metáfora principal do filme, tal como a beleza de Inês Sastre, este filme é principalmente um retrato intimo não só de Havana como a cidade perdida no tempo mas como o centro das atenções a qual o mundo assistia à irradiação do comunismo. Também conta com Bill Murray e Diustin Hoffman em 2 papéis igualmente distintos e originais. Para quem gosta da cultura e dos ritmos cubanos. 3 estrelas.

Good Bye Lenin!


Este tornou-se um filme de culto exemplar mal chegou ás mãos do público, considerado pioneiro no seu género, a visão de Wolfang Becker retracta num pedaço marcante da história da Europa, um acontecimento não muito distante, um infeliz episódio da família Kerner. Para além de inteligente, podemos atribuir vários adjectivos a um filme excelentemente bem feito que em particular, ascendeu o nome do actor Daniel Brühl. Pessoalmente, não tenho nenhum defeito a apontar. Um filme essencial na videoteca de cada um. 5 estrelas.

Nicholas Nickleby



Uma aventura do legendário autor Charles Dickens, adaptado para o grande ecran por Douglas McGrath, “Nicholas Nickelby” é o herói da família. Desde que o seu pai faleceu, Nicholas (Charlie Hunnam) terá de tomar conta da família enquanto tenta recuperar os bons velhos tempos que tanto prosperava na família Nickelby. No entanto, pelo caminho ira encontrar novos amigos, rivais e talvez a paixão da sua vida. Uma aventura sobre bondade e esperança, onde o bom da fita ganha sempre. Daqueles filmes de domingo. 3 estrelas.

Bridge to Terabithia


Jesse (Josh Hutcherson) e Leslie (AnnaSophia Robb) são pré-adolescentes, sobrevivem na escola secundária e tentam perceber o mundo difícil dos adultos. Ambos têm uma paixão em comum: correr sem parar até ser maior que os problemas. Mais tarde, o poder da imaginação e os talentos dos dois jovens irão criar Terabithia, um mundo de aventuras e descobertas que só Leslie e Jess acreditam na sua existência. Nesta história para lá dos limites da imaginação de Katherine Paterson, Gabor Csupo conseguiu um filme exemplar com marca Disney registada em parceria com a Walden Media. Gostei.“Para toda a família”. 3 estrelas.

The Only Thing Greater Than the Power of the Mind is the Courage of the Heart

Uma história humana sobre o génio, a loucura e o reconhecimento. A devoção de um ser humano que afastou John Nash da doença mental: a esquizofrenia. O mito matemático John Nash, para além de ter ganho o prémio Nobel em 1994, existe um percurso de vida duro antes dessa mesma data, antes dos aplausos. Este filme dirigido por Ron Howard, produzido por Brian Gazer e contando com o argumento de Akiva Goldsman, baseado na biografia escrita por Sylvia Nasar sobre coragem, amor e triunfo na vida de John Nash e de Alicia Nash, onde juntos venceram a tragédia. Enquanto luta contra as repentinas paranóias, alucinações, contra todas as ilusões que a sua mente possa causar, a relação envolvente entre o percurso da personagem e o publico é tão próxima que como espectador, conseguimos ter percepções sobre este problema, nunca o conseguiremos entender, a não ser que conheçam o caso sem ser por um ecran. Como de costume, não vou escrever a história de John e Alicia Nash aqui. Esta é a prova verídica do cinema: a 7ª arte tem como função divulgar histórias como esta, sensibilizar as pessoas, sobretudo divulgar. Para além de uma excelente caracterização das personagens, Russell Crowe ultrapassa completamente as expectativas, Jennifer Connelly também deslumbrante. Se comprarem o DVD de “A Beautiful Mind”, irão ver que os extras valem a pena. Nomeado para 8 Óscares da Academia, vencedor de 4 estátuas douradas, incluindo Melhor Filme, Melhor Realizador e Melhor Argumento Adaptado. Até parece que depois deste trabalho intenso, Ron Howard não fez “The Da Vinci Code”, mas isso é um pequeno aparte. 5 estrelas. 4 para o filme, acrescentando uma para a interpretação brilhante de Crowe.

World Soundtrack Awards 2008 - the winners

FILM COMPOSER OF THE YEAR:

JAMES NEWTON HOWARD: "Charlie Wilson's War", "Michael Clayton", "I am Legend"


BEST ORIGINAL SCORE OF THE YEAR:

"Atonement" by DARIO MARIANELLI


BEST ORIGINAL SONG WRITTEN DIRECTLY FOR FILM:

'Down to Earth' FROM "Wall-e"
Music by Thomas Newman and Peter Gabriel, lyrics by Peter Gabriel, performed by Peter GabrielDISCOVERY OF THE YEAR:

MARC STREITENFELD for "American Gangster"


LIFETIME ACHIEVEMENT AWARD:

ANGELO BADALAMENTI


PUBLIC CHOICE AWARD:

Tuur Florizoone: Moscow, Belgium


SABAM AWARD FOR BEST BELGIAN YOUNG COMPOSER:

CEDRIC MURRATH



More info: http://www.worldsoundtrackacademy.com/

Waiting for...

Nick and Norah's Infinite Playlist

?!


Envergonhei-me.
Encolhi-me.
Foi sem intenção.
Apenas aconteceu.
Perturbou-me,
Naqueles olhos vi o que poderia ser.
Talvez serei… e porque não tentar?

Dialogue avec mon jardinier


Numa tarde agradável, uma surpresa agradável invade a casa de “Duprinceau” (Daniel Auteil), um velho amigo que traz lembranças da infância que passaram juntos, “Dujardin” (Jean-Pierre Darroussin), oferece-se para preencher o lugar do novo jardineiro da casa do pintor. Um filme com base no diálogo, Jean Becker mostra o lado parisiense e o lado campestre de França. 3 estrelas.

quando vi nem quis acreditar...

Starbucks abre em Lisboa em 2008 e já está a recrutar pessoal


A Starbucks, a maior cadeia norte-americana de cafés, vai abrir as primeiras lojas em Portugal já a partir do próximo ano. A cidade para testar o modelo de negócio foi, naturalmente, Lisboa. Em curso está já o processo de recrutamento de pessoal.

A empresa, que conta com mais de 15 mil lojas em todo o mundo, anunciou recentemente, na apresentação de resultados do exercício de 2006/2007, que prevê abrir 900 lojas fora dos Estados Unidos no próximo ano, incluindo as primeiras na Argentina e em Portugal. O DN tentou obter informações acrescidas sobre o plano de expansão para Portugal, mas não obteve resposta.

No exercício que terminou a 30 de Setembro, a Starbucks abriu 2571 lojas, a uma média de sete estabelecimentos por dia. Para a entrada no mercado argentino a Starbucks criou a Caffe Sirena SRL, uma joint venture em associação com os mexicanos da Alsea SA. A Starbucks, empresa com sede em Seattle, opera já no Brasil, Chile, Peru e Porto Rico e emitiu um comunicado dando conta que a primeira loja na Argentina deverá abrir em Buenos Aires no segundo semestre de 2008.

Presente em Espanha desde 2004, através do grupo Vips, com o qual tem uma parceria a 50%, a Starbucks tem também em vista a expansão do negócio nos próximos anos no país vizinho. De acordo com notícias recentes publicadas pelo El País, a cadeia pretende "abrir lojas em todas as cidades", alavancando assim o seu êxito em Madrid, Barcelona, Sevilha e Valência.

A garantia é dada por Álvaro Salafranca, administrador delegado da empresa em Espanha, que assegura que o conceito está a ser um sucesso no mercado. No total estão em funcionamento 67 lojas que empregam 800 pessoas. E em breve haverá Starbucks por todo o país. "Quando pudermos abriremos em novas cidades. Não será um crescimento precipitado porque precisamos de procurar as pessoas certas, prepará-las adequadamente e surpreender com um produto excelente", afirmou Salafranca.

A empresa recusou-se a divulgar valores da sua facturação em Espanha, com o administrador delegado a garantir apenas que a operação está a decorrer "muito bem". O objectivo da companhia é que o cliente, assim que conhecer a marca e se familiarize com ela, tenha sempre um Starbucks à mão. com Agências

ILÍDIA PINTO
DIREITOS RESERVADOS (imagem)

fonte - DN

Superbad

É certo e prometido que das produções de Judd Apatow só vêm filmes do bom e do melhor novo tipo de humor que começa a renascer no cinema. Um humor de uma nova vanguarda com bastante palavreado próprio. Este filme ascendeu inúmeros talentos como Jonah Hill, Michael Cera e Christopher Mintz-Plasse, os quais encarnam Seth, Evan e Fogell, 3 adolescentes no ultimo dia de aulas do secundário, apos terem sido convidados para uma festa, estes comprometem-se a levar as bebidas alcoólicas, a partir daí cabe a Greg Mottola, o realizador do filme e a Seth Rogen (actor de “knocked up” que também contribuiu para o argumento de “Superbad”) que vos contem o resto da peripécia. Um filme consumível, não tão ao estilo de MTV, género “Napoleon Dynamite”, (pessoalmente fiquei desiludida com o filme mas não com a prestação de Jon Heder). Este não é desses… pode ter um bocadinho aspecto MTV mas aguenta-se. 3 estrelas.

Intelligence is relative

Diversas opiniões, muitas criticas, a verdade é que também não sei o que achar do novo produto dos The Coen Brothers. Esta história emaranhada nas vidas de Harry, Linda, Osbourne, Katy e Chad leva ao envolvimento dos serviços secretos em torno de um CD misterioso. “Burn After Reading” é para quem gosta da dupla Ethan/Joel Coen e também do elenco de luxo: George Clooney, Tilda Swinton, Brad Pitt, Frances McDormand, John Malkovich e J.K. Simmons. 3 ou 4 estrelas?

The true story of a real fake

Até à data não existe nenhum filme realizado por Steven Spielberg que não tenha gostado, deixo já aqui a nota que não costumo escrever sobre todos os filmes que vejo (ou revejo), estes comentários/criticas cinematográficos acontecem espontaneamente conforme o tempo, disposição entre outros factores. Mas vamos ao que interessa, “Catch Me If You Can” é um filme baseado na história verídica de Frank Abagnale Jr., Leonardo DiCaprio interpreta um jovem de 16 anos que após o divórcio dos pais foge de casa, tirando proveito da sua prenda de aniversário, um livro de cheques, Frank depressa aprende a falsificar todo o tipo de burocracia fazendo-se passar por inúmeras pessoas, adquirindo novas identidades. Obviamente que mais tarde ou mais na cedo, na América, todas as fraudes são descobertas e investigadas a fundo, neste caso, será Carl (Tom Hanks), um agente do FBI a comandar esta caça ao homem. Um bom filme com 2 nomeações para os Óscares (Melhor Actor Secundário – Christopher Walken e Melhor Banda Sonora – John Williams). 4 estrelas.

Caloira


Como podem perceber, a universidade agora faz parte do dia-a-dia. Estou prever que não irá restar muito tempo para o “Take 4”, mesmo assim, não o vou fechar. Vou tentar manter o cinema, as emoções e todo o resto para este blog. Lamento se este espaço se tornar monótono, vou tentar fazer o meu melhor. Cumprimentos :)

The Constant Gardener

Sejamos honestos, Fernando Meirelles é único na captação de cores únicas, conseguindo ilustrar o caos de várias situações devastadoras. Depois de “City of God”, uma obra-prima a qual não consigo exprimir algo convincente, na não ser todo o resto que toda a gente disse, qualquer dia escrevo isso...


Com a morte da sua mulher, Tassa (Rachel Weisz), Justin (Ralph Fiennes) aproveita as pistas deixadas pelos documnetos da sua fiel amada com o propósito de acabar a missão de Tassa – desvendar o mistério das drogas administradas à população em África. Uma história do autor John Le Carré. Poderoso. 5 estrelas.

Your World. Your Choice.

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o novo beat de bond

o tema de "Quantum Of Solace" interpretado por Alicia Keys e Jack White:

Tiago

És aquele a quem posso contar a verdade.
És aquele a quem posso contar a mentira.

As tuas palavras incomodam-me.
A tua presença é-me indiferente.

Imaginar-te de um certo modo satisfaz-me.
Aceitar-te ainda não o fiz por completo.

És tudo o que há de bom num amigo,
Gostava de saber de onde vieste, por onde andas-te…
Quem te multifacetou na pessoa que és hoje.

Conta-me histórias,
Abraça-me,
Um momento contigo é tudo.

Big Fish

Para a equipa foi uma verdadeira aventura gravar “Big Fish”, adicionando Tim Burton à tarefa de adaptar a visão de Danny Wallace da sua obra literária com o mesmo titulo. Estes dois elementos narram a história de Edward Bloom, um senhor que funde o facto com a ficção, contando consecutivamente 1001 histórias de encantar, lendas metafóricas para mistificar a verdade da sua vida.

Com ewan Mcgregor, Albert Finney, Billy Crudup, Jessica Lange, Helena Bonham Cárter, Alison Lohman, Robert Guillaume e mais algumas surpresas no elenco esta historia fora do comum toma proporções mágicas através da fotografia, da musica (Danny Elfman nomeado graças à banda sonora deste filme) e da moral. Espectacular. 4 estrelas.