De 1995 para 2007



John McClane (Bruce Willis) está de volta
, desta vez para confrontar um novo tipo de terrorismo: a ameaça da tecnologia. Esperemos que o realizador de Underworld tenha feito um bom trabalho e deixe este senhor aqui em baixo partir a loiça toda.

'tá feito



exames feitos

2ª fase ? não, obrigado. (figas com os dedos)


agora ?

praia, sair, viajar...


...mas agora mesmo, tenho Rolling Stones a abrir as férias.

Shrek the Third

Bem conseguido, nem desgostei. As novidades: gang das princesas, Puss in Boots irresistível e trigémeos shrekies. Um conselho, quer dizer regra geral: vejam a versão original (como estamos fartos de saber, a versão dobrada estraga quase sempre as piadas neste género de comédia familiar pouco usual). Neste Verão temos um exemplo disso: o trailer de “Surf's Up” (vejam as duas versões e depois façam comparações); o melhor de tudo foi ainda não inventar uma dobragem para “The Simpsons Movie”… espero que isso não aconteça.

3 Teenage Drama







The O.C.








Freaks and Geeks



Apesar de "Freaks and Geeks" ter tido apenas um ano de existência, vale a pena recordar as situações hilariantes do dia-a-dia dos dois grupos bastante distintos do Liceu McKinley, onde a vida pessoal de Lindsay Weir e do seu irmão Sam são destacadas na trama situada no início dos anos 80.



Contudo, "Freaks and Geeks" não consegue atingir a profundidade emocional de "The O.C.". The Orange Country situa-se na Califórnia que alberga várias localidades tais como Newport Beach, onde a intriga principal se desenrola em torno de um grupo de adolescentes e das suas familias, enfrentando várias conturbações do quotidiano envolvendo problemas nas relações amorosas, "The O.C." combina caras bonitas com uma banda sonora bastante actual, dispensando os nomes da musica comercial.


Finalmente, no topo temos "Dawson's Creek", nunca houve uma emissão seguida de todas as temporadas em Portugal mas das vezes que alguns episódios passaram na TVI à uns anos, não perdia um. Dawson's Creek relata o percurso de Dawson (James Van Der Beek), Joey (Katie Holmes), Pacey (Joshua Jackson), Jen (Michelle Williams) e Jack (Kerr Smith), 4 amigos que crescem ao longo de cinco longos anos, rumo ao futuro, na escola secundária, na universidade, com os amigos, os desafios do dia-a-dia, as crises das relações, o ombro do melhor amigo, a percepção das mudanças, a metamorfose constante da vida. Aqui, as personagens não "evoluem", cada personagem descreve um ser humano e à medida que vamos assistindo às desventuras de cada um deles, notamos o crescimento das personagens. Tendo influenciado uma geração, "Dawson's Creek" narra o cruzamento dos destinos de um grupo de amigos que embarcam na aventura da vida. Por aqui ainda fica a promo das caras da WB para recordar.

O HORROR ! A TRAGÉDIA ! os exames do 11º

com os monstrinhos a baterem-nos à porta não vou postar por uns dias... Diga-mos que o meu tempo vai ficar reduzido a:
  • um quarto escuro
  • livros
  • uma lâmpada
  • café
  • eu

YAY -.-


bons exames, boas férias


deixo aqui uma ajuda para aliviar o stress aos pobres desgraçados que engolem livros

Lost in Translation

“…Indiscretamente belo.” – Kathleen Gomes, Y




Descrevê-lo? Impossível. Pessoalmente, nunca me identifiquei com este estilo cinematográfico mas este aqui tornou-se o meu filme favorito (ou pelo menos um deles… mas quando perguntam favoritismo, este costuma achar-se na ponta da língua).
Bob Harris (Bill Murray) e Charlotte (Scarlett Johanson) são dois americanos em Tóquio. Bob é uma estrela de cinema que está na cidade para gravar um anúncio de whisky, enquanto Charlotte é uma jovem que anda a reboque do marido, um fotógrafo viciado em trabalho (Giovanni Ribisi). Incapazes de dormir, os caminhos de Bob e Charlotte cruzam-se, uma noite, no luxuoso bar do hotel. Este encontro, patrocinado pelo acaso torna-se, rapidamente numa surpreendente amizade. Charlotte e Bob aventuram-se por Tóquio, tendo por vezes encontros hilariantes com os seus habitantes para, finalmente, descobrirem uma nova crença nas possibilidades da vida. (Retirei este resumo do DVD pela simples razão de não conseguir descrever filme tão belo). Sofia Coppola escreveu e tomou posse do lugar de realizador neste filme (tal como em Marie Antoinette, com a diferença de ser baseado na obra de Antónia Frasier), “Lost in Translation” relata tudo o que pode-mos sentir se estamos perdidos e procuramos por algo ou alguém incessantemente. Na estadia de Bob Harris com data marcada, este encontra-se longe da família, vivendo no mundo privilegiado das estrelas sendo constantemente o centro das atenções, mesmo com a agenda cheia, Bob sente um vazio, sente-se incompreendido. Charlotte é mulher de um fotógrafo viciado em trabalho e ao contrário de Bob, Charlotte não sabe o que quer estando no hotel por mero acaso. Indiferente a relações fúteis, procurando algo mais, Charlotte sente-se sozinha e principalmente incompreendida. Este encontro que irá prolongar-se por muitos, é uma obra magnífica e inconsciente pela própria ironia do destino.
Diga-mos que, este é daqueles filmes que quando acabam, pensamos: “Não me importava nada que isto acontecesse comigo.”; E só mais tarde, apercebemo-nos por um feliz acaso que todos queremos ser encontrados.

Vencedor do Óscar da Academia de Melhor Argumento Original e nomeado para mais 3 categorias – Melhor Actor, Melhor Realizador e Melhor Fotografia; Ao todo, arrecadou 67 prémios e 50 nomeações; Para um filme de low budget foi um sucesso estrondoso e da parte de Coppola espero que o continue a ser (como se veio a confirmar com Marie Antoinette). Apesar de ter algo mais a dizer, deixo a vosso cargo visionarem este filme único, 5 estrelas. Aqui fica o trailer e um sneak peek:

..

Confessions of a Dangerous Mind

“O meu nome é Charles Hirch Barris. Escrevi canções pop, fui produtor de televisão. Sou responsável por poluir a mente das pessoas com programas de entretenimento. Além disso, assassinei trinta e três seres humanos.”

George Clooney realizou este filme baseado no livro de Chuck Barris ("Confessions of a Dangerous Mind: An Unauthorized Autobiography")onde relata a verdadeira história de um homem com vida dupla, de dia um autêntico entertainer de televisão, à noite, longe das câmaras um frio e calculista assassino.
Chuck Barris é um jovem ambicioso, ascendendo uma carreira de sucesso, apercebe-se que é seguido por um homem estranho (George Clooney), este o irá aliciar a entrar no perigoso e secreto mundo da CIA. Com 78 anos acabados de fazer (ontem), Chuck Barris contou a sua história não só a cargo de uma boa produção mas também como pelos actores: Drew Barrymore, Julia Roberts, George Clooney e o retrato de si próprio em meados de 1930 – Sam Rockwell.
Dando um toque de ironia, frieza e dura realidade, esta biografia mantém-se fiel a quem a viveu. A circunstância de estar envolvido em dois meios que de entre si consomem-no interiormente sem o notar (entretenimento e espionagem), em consequência a sua vida entra numa espiral fora de controlo: começa a ser alvo das críticas pela fraca qualidade dos seus programas, indeciso entre a mulher que ama e a misteriosa mulher que o domina e tendo conhecimento que irá morrer, não existe escapatória. Barris irá tentar recuperar o controle da sua vida… ambas as vidas.



Por aqui fica e o trailer e uma das suas ultimas frases nesta fita:






Chuck Barris: I came up with a new game-show idea recently. It's called The Old Game. You got three old guys with loaded guns onstage. They look back at their lives, see who they were, what they accomplished, how close they came to realizing their dreams. The winner is the one who doesn't blow his brains out. He gets a refrigerator.