Estreia - Comédias para toda a Familia

2 das estreias de hoje: Mr Bean's Holiday e Meet the Robinsons.




Rowan Atkinson dá mais uma vez vida, ao personagem que lhe deu fama: Mr. Bean.
Numa tarde chuvosa em Inglaterra, Mr. Bean fica encantado ao descobrir que foi o feliz vencedor do Primeiro Prémio nas rifas da sua paróquia – uma semana de férias no sul de França e uma câmara de vídeo, novinha em folha!

Mas esta viagem rapidamente se transforma no caos absoluto, já que este semeia inadvertidamente a destruição onde quer que vá…







Lewis é um inventor brilhante, que conta já no seu currículo com várias surpreendentes e inteligentes invenções. O seu último e mais ambicioso projecto é o Scanner da Memória, uma máquina que Lewis acredita que o ajudará a encontrar a sua mãe. Mas a sua invenção é roubada pelo Homem Chapéu e pelo seu diabólico companheiro, Doris. No entanto, quando Lewis já perdera toda a esperança, um misterioso desconhecido chamado Wilbur Robinson desafia o engenhoso herói para uma inesperada aventura. "Os Robinsons" é uma história animada de uma família hilariante, criada com as mais recentes tecnologias de animação digital da Walt Disney e inspirada no livro "A Day With Wilbur Robinson" de William Joyce.

Easter

pois... parece que tive sorte e vou uns dias pa Sintra com amigos :)




contente

boas férias




;)




abraços
( imagem: carro do meu tio-emprestado... my sharona (8) )

Life is a Roller Coaster

Não vou parar !

Não quero sair!

Vou viver pela ultima vez !

Vou gritar até ao fim !

Sentir tudo o que me reserva !

Porque a vida são 3 dias e não 2 !


Enfrenta, respira, voa, sente, descobre, muda, persegue, sonha, corre, sorri, viaja, perde-te, ama, emociona-te.

A vida é tua. <3

And the Oscar goes to...



NOTA: todos os links que pus em nomes de certas personalidades estão trocados devido à mudança da base de dados por parte do site IMDB, quanto ao resto (youtube links, etc), está tudo em ordem.



Peço desculpa pelo grande atraso que demorei a escrever esta “análise” ou se quiserem chamem-lhe “relato”, foi a 1ª vez que escrevi e publiquei tal coisa (por isso ignorem os erros). Muitos dos parágrafos foram escritos por linhas soltas, mesmo assim aqui está o prometido:

Estamos em L.A., na noite de 25/2/07, 30 minutos antes de começar a 79th Annual Academy Awards, encontramo-nos no sítio com mais glamour desta noite: a passadeira vermelha onde as mulheres se destacam pelos seus vestidos exuberantes e os homens pelo seu charme irresistível. Aqui brilhou Penélope Cruz, Leonardo Di Caprio, Kirsten Dust, Ryan Gosling, Merly Streep e Mark Wahlberg.

Mas antes de entrarmos no Kodak Theatre temos alguns pontos a esclarecer: a anfitriã do espectáculo é Ellen DeGeneres, uma das comediantes mais bem sucedidas norte-americanas. Passado 20 anos, esta é a 2ª mulher a liderar os Óscares depois de ter sido Whoopi Goldberg. Nesta cerimónia e nesta emissão para todo o mundo a academia baseou-se na inovação (ao ponto de cuja palavra ser uma constante durante toda esta edição não só nas escolhas da academia como todo o espectáculo em si).
Uma das provas desta renovação foi arranjar solução para aumentar o fluxo das audiências tendo caindo bruscamente nos últimos 3 anos. Por isso, como o objectivo é entreter as audiências, criou-se uma câmara específica nos backstage para que as estrelas possam exprimir o seu longo agradecimento por ter ganho o Óscar. (Isto pode ser visto em oscar.com) Anteriormente referi que também existia uma certa mudança nas escolhas dos nomeados deste ano podemos comprovar que temos uma grande diversificação de géneros cinematográficos, línguas e outros aspectos. Isto acaba por revelar o esforço da Academia em ser mais liberal e apagar a imagem de conservadora.
Ainda no âmbito de entreter os espectadores, tivemos o prazer de visionar os grandes escritores que continuam a ser relembrados, interpretados por imensos artistas ao longo dos tempos. Mais tarde somos surpreendidos por um grande musical intitulado Elements and Motion cantado pelas excelentes vozes do Hollywood Film Choral e lá mais para o fim, o retrato americano por Michael Mann é grandioso.


Subitamente, a 79ª cerimónia da entrega dos Óscares começa, nomeados e convidados aplaudem calorosamente a anfitriã Ellen Degeneres. Desde o 1º instante Degeneres conquista a plateia com as suas piadas, devo dizer que ela conduziu a cerimonia de uma forma imprevisível o que funcionou maravilhosamente com o publico, desde oferecer um guião a Martin Scorsese a tirar uma fotografia com Clint Eastwood pelas mãos de Steven Spielberg, Degeneres deu um grande espectáculo de televisão sem dúvida!
O 1º contemplado da noite foi Eugenio Caballero e Pilar Revuelta por Melhor Direcção Artística em El Laberinto del Fauno. Segue-se a actuação da magnífica companhia de dança que recriou por sombras a estatueta do Óscar, e ao longo da noite também recriaram os pinguins de Happy Feet, as cenas icónicas de Little Miss Sunshine e Snakes on a Plane entre outras demonstrações.
Continuamente, o Óscar ia ser dado pela 2ª vez a El Laberinto del Fauno desta vez por Melhor Caracterização (ainda não vi El Laberinto del Fauno mas acho que Apocalypto merecia o seu devido destaque).

Para apresentar Melhor Curta-Metragem de Animação e Melhor Curta-Metragem tínhamos as pequenas e imprescindíveis estrelas Abigailn Breslin e Jaden Smith que mostraram a sua graça apresentando e entregando Torill Kove por The Danish Poet (Melhor Curta-Metragem Animada) e a Ari Sandel por West Bank Story (este ultimo foi merecidíssimo). Seguiu-se a entrega do Óscar de Melhor Montagem que acabou por ir para Letters from Iwo Jima. Para este filme produzido e realizado por Clint Eastwood, este foi apenas o único Óscar arrecadado pela película.
Mais tarde, o musical de Bill Condon, Dreamgirls recebia o seu 1º Óscar, neste caso por Melhor Som. A 1ª surpresa da noite foi Alan Arkin ser premiado com o Óscar de melhor Actor secundário. Encaro este senhor como um género de estrela que brilha por si próprio, além de ser actor também já realizou, escreveu, produziu e compôs. :)

Continuamente, Leonardo DiCaprio e Al Gore anunciaram que finalmente a Academia aderiu ao “movimento verde”: contra a poluição. Um momento inédito e bem divertido. A evidência da preocupação de Al Gore com o ambiente é perceptível por cada discurso que dava à medida que ia sendo recompensado pelo seu esforço naquela noite tão especial. Passado uma curta pausa (são uma constante em todas as emissões dos Óscares), Cameron Diaz entregou o Óscar de Melhor Filme de Animação para George Miller: Mais que merecido. Desde o porquinho Babe, sempre soube que este realizador iria fazer algo de maravilhoso, possui uma magia característica em criar e realizar personagens animadas. Espero eu que não nos decepcione, a mim e ao publico. ;)
Nomeado pelos BAFTA, William Monahan acabou por vencer o Óscar de Melhor Argumento Adaptado pelo seu trabalho em The Departed.

A actuação divertida que se sucedeu a seguir, entre Emily Blunt, Merly Streep e Anne Hathaway bonde Streep provou mais uma vez que é uma actriz com bastante carácter (diria até brilhante). O Óscar de Melhor Guarda-Roupa foi pela 3ª vez parar às mãos de Milena Canonero pelos seus trajes únicos em Marie Antoinette. Na minha opinião, se este filme não tivesse alcançado este Óscar… seria crime.
Eis que chega Tom Cruise que com muita honra entrega o prémio Humanitário à 1ª mulher a ser presidente de uma das grandes companhias cinematográficas, a 20th Century-Fox. Esta senhora sempre acreditou que os filmes não eram apenas entretenimento, era uma forma de pensar. Actualmente dedica-se à família e às fundações que criou com o objectivo de ajudar as pessoas infectadas com inúmeras doenças graves em todo o mundo. Ela, Sherry Lansing, agradeceu emocionada.

Depois, o premiado por Melhor Fotografia foi uma autentica surpresa para todos, o sortudo foi Guillermo Navarro pelas suas fotografias do El Laberinto del Fauno.
No que toca a efeitos visuais, pondero que a escolha tenha sido difícil mas felizmente o vencedor até foi do meu agrado: John Knoll, Hal T. Hickel, Charles Gibson e Allen Hall pelos seus fatinhos com bolinhas em Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest! Se viste os extras do respectivo filme, então sabes do que estou a falar. ;)
Mais tarde, Clive Owen e Cate Blanchett anunciaram o triunfante de Melhor Filme Estrangeiro, apesar de El Laberinto del Fauno ser o favorito, acabou por ganhar Das Leben der Anderen. Provavelmente o melhor filme europeu do ano.

O 2º ponto alto da noite está para acontecer… e receber o Óscar de Melhor Actriz Secundária das mãos do mítico George Clooney é bom demais para ser verdade. Analisando as nomeadas, chegamos à conclusão que infelizmente o Óscar não ia para Abigail Breslin (bahhh :/ ), nem para Cate Blancheet, por isso a disputa era entre as 2 protagonistas de Babel e uma Dreamgirl. O nome de Jennifer Hudson foi pronunciado, segui-se um discurso emocionado por parte da actiz. Dreamgirls acabava de arrecadar o 2º e ultimo Óscar da noite.

(Passado outra pausa)
A história real das crianças que a sida deixou órfãs na China for recompensada com o Óscar de Melhor Curta-metragem Documental. Inesperadamente, Jerry Seinfeld apresenta o Melhor Documentário. O vencedor? Obvio. Sem surpresas. Justo. Devido. O galardoado é An Incovenient Truth, o documentário assustador de Al Gore sobre o aquecimento global e ainda o que podemos fazer para preservar o meio ambiente do nosso planeta.
O momento da entrega do Óscar Honorário coube a Clint Eastwood não só entregá-lo como traduzir o agradecimento profundo de um dos senhores mais respeitados no movie business: Ennio Morricone.
Este grande compositor, provavelmente o maior deles todos, revolucionou a arte do cinema com as suas melodias, dando outra emoção às cenas projectadas. Morricone recebeu este Óscar ao fim de 45 anos, com mais de 500 bandas sonoras compostas para diversos filmes, tendo sido nomeado por 5 vezes na categoria de Melhor Banda Sonora. O que compôs foi destinado a ser genial. Finalmente, uma carreira reconhecida.

Depois, de ter conquistado o 1º Óscar de Melhor Banda Sonora por Brokeback Mountain, Gustavo Santaolalla repetiu a proeza mas desta vez por Babel. (sinceramente, na minha opinião e na de muitas outras pessoas, este filme de Alejandro González Inãrritu foi completamente desvalorizado em algumas categorias desta edição). E quando nos estamos a aproximar cada vez mais das categorias favoritas, eis que no grande ecran aparece Sidney Gannis, o actual presidente da Academy Motion Picture Arts and Sciences que desta vez proferiu um discurso num ritmo pouco habitual, mesmo assim, conseguimos perceber onde a magia de cada filme é guardada a 7 chaves. ;)

Para Melhor Argumento Original foram as 2 estrelas de Spiderman que entregaram a estatueta a Michael Arndt por Little Miss Sunshine. Apesar desta categoria ter sido muito reunida, devo mencionar a cena onde Steve Carrell diz “Where’s Olive?” é única. : D
Dreamgirls estava nomeado em dose tripla para o Óscar de Melhor Canção mas foi o “hino” “I need to wake up” do filme Na Incovenient Truth que soou mais alto e arrecadou o galardão.

Olhamos para o relógio e apercebemo-nos abruptamente que passaram 4 horas desde o começo da cerimónia. Kate Winslet entra em cena e anuncia o Óscar de Melhor Montagem que acaba por ir para as mãos de Thelma Schoonmaker por The Departed.
Como todos os anos, a tradição repete-se: a evocação das personalidades envolvidas na 7ª Arte que desapareceram em 2006, este ano foi Jodie Foster a oradora, eis alguns: Glenn Ford, Joe Barbera, James Doohan, Peter Boyle, Jack Palance e Robert Altman.

Portanto, encontrávamo-nos a instantes de saber qual a melhor actriz principal de 2006. O nome de Helen Mirren ecoou na sala inteira, acabava por ganhar a favorita, pela sua magnífica e notável interpretação em The Queen. Um verdadeiro talento.
Seguimos para a categoria de Melhor Actor: Forest Whitaker é o vencedor. Digo desde já que ninguém pode desvalorizar o seu papel em The Last King of Scotland…mas…E Peter O’Toole ?!?!

Finalmente, Melhor Realizador. Conhecidos como os 3 amigos: Steven Spielberg, Francis Ford Coppola e George Lucas (tal como Alfonso Cuaron, Alejandro González Inãrritu e Guillwermo del Toro) apresentaram aquele Óscar tão ambicionado pelo seu amigo Martin Scorsese. Antes de tão desejado momento acontecer, o receio de perder e o êxito de ganhar eram inconstantes nas expressões de Scorsese. Mas felizmente, por fim, depois de 5 nomeações, o momento pertence a Martin Scorsese!
Até o próprio Martin não acreditava: “could you double check the envelope?” só mesmo ele para dizer tal coisa, aliás estava no seu direito.
Por ultimo, o Melhor Filme de 2006. A audiência já estava mais que entusiasmada, alem disso bastante curiosos. Resultado: Scorsese surpreendido nos backstage com a informação que o seu filme The Departed era o Melhor do ano… assistiu ao discurso de Graham King, o que o deixou emocionado. A festa continuou pela noite fora... quanto à 79ª cerimónia da entrega dos Óscares foi simplesmente



INÉDITA!



Para mais informações, videos e imagens clika aqui ou vai a oscar.com

Palavras de sir Ben Kingsley

De Génio.

"Faz parte. O risco é sempre bom para o actor. Quando vamos ao circo e vemos o acrobata , o que encanta o público não é ele pôr um pé à frente do outro. O que encanta o público é o risco, o perigo. E nós, enquanto actores, corremos riscos semelhantes, não com alturas de onde possamos cair, mas com o que sucede nos nossos corações quando interpretamos determinadas cenas - sejam elas violentas, apaixonadas, jogando com a dimensão do amor, da perda, da mágoa, da raiva e de como vamos para casa depois, sem cicatrizes aqui [e aponta para o coração]. Em comparação com o acrobata, os nossos riscos são, talvez, menos visíveis, porque temos de fingir e fazer com que tudo pareça muito fácil em frente à câmara".

Isto encontra-se registado no 2º livro de Mário Augusto: Mais Bastidores de Hollywood.

3 Grandes Estreias

Estas 3 fitas pertenceram às nomeações dos Oscars. Algumas sairam vencedores.


Dreamgirls



Um musical dos anos 60 reinventado para o grande ecran.
Um sonho mudará tudo.

Inspirado no musical homónimo, vencedor de diversos prémios e passado nos turbulentos anos 60 e 70, “Dreamgirls” acompanha a ascenção de um trio de mulheres - Effie (Jennifer Hudson), Deena (Beyonce Knowles) e Lorrell (Anika Noni Rose) – que formam um promissor grupo feminino chamado The Dreamettes.

Num concurso de talentos, elas são descobertas por Curtis Taylor Jr. (Jamie Foxx), um manager ambicioso que lhes oferece a oportunidade das suas vidas: serem coro feminino do cantor James "Thunder" Early (Eddie Murphy).

Curtis assume, pouco a pouco, a gestão do visual das raparigas e, inclusive, do seu estilo musical, acabando por lhes dar a oportunidade de brilhar por conta própria como The Dreams.

As luzes da ribalta começam, porém, a centrar-se em Deena, acabando por dispensar a menos “comercial” mas extremamente talentosa Effie.

Embora as Dreams se tornem num fenómeno internacional, elas rapidamente se apercebem que o preço da fama e da fortuna pode ser bem mais elevado do que imaginavam...
O filme conquistou o Oscar de Melhor Actriz Secundária para Jennifer Hudson e Melhor Som para Michael Minkler, Bob Beemer e Willie D. Burton.





El Laberinto del Fauno




À primeira vista parece "Alice no país das Maravilhas" na versão assustadora de Guillermo del Toro... mas é muito mais que isso.

Espanha, 1944. A Guerra Civil já terminou há cinco anos, mas um grupo de rebeldes continua a lutar, invencível, nas montanhas de Navarra. O Capitão Vidal, um oficial fascista, tem ordens para eliminar os rebeldes nesse território remoto. Ofélia, uma rapariga sonhadora de dez anos, muda-se com a mãe, grávida e frágil, para Navarra, para finalmente conhecer o padrasto, o Capitão Vidal. Mas ele não faz qualquer esforço para se aproximar da enteada. Sozinha, Ofélia procura companhia e amizade em Mercedes, uma cozinheira que trabalha para as tropas do padrasto. Até que um dia, Ofélia, fascinada por contos de fadas, descobre um grandioso labirinto a desmoronar-se atrás da fábrica em que se instalara o padrasto. No centro do labirinto, conhece Pan, um velho brincalhão que diz conhecer a sua verdadeira identidade. Segundo ele, Ofélia é uma princesa, filha desaparecida do Rei das Fadas. E Pan oferece-lhe a oportunidade de voltar ao mundo secreto e governar o reino de seu pai. Mas primeiro, deverá executar três tarefas antes da Lua cheia... E ninguém pode saber, nem a mãe, nem Mercedes, e muito menos o Capitão Vidal, que planeia mandá-la embora. O tempo esgota-se para os rebeldes e para Ofélia. Todos têm de combater a crueldade para conseguirem a liberdade.
Em 6 nomeações, El Laberinto del Fauno ganhou 3 prémios: Melhor Direcção Artistica, Melhor Caracterização e Melhor Fotografia.





Notes on a Scandal




Um drama inquietante de Richard Eyre com Judy Dench e Cate Blanchett

Duas mulheres envolvidas num drama de necessidade e traição são o coração deste drama psicológico. As voltas e reviravoltas da história são anotadas no diário acerbo de Barbara Covett (Judy Dench), uma professora autoritária e solitária que governa com mão de ferro os seus alunos numa decadente escola pública em Londres.

Sem contar com o seu gato, Portia, Barbara vive sozinha, sem amigos ou confidentes, mas o seu mundo altera-se quando ela conhece a nova professora de arte, Sheba Hart (Cate Blanchett).

Sheba parece ser a cara-metade e amiga leal que Barbara sempre procurou. Mas quando esta descobre que Sheba está a ter uma tórrida aventura amorosa com um dos seus jovens alunos, a relação de amizade dá uma sinistra volta.

Ao mesmo tempo que Barbara ameaça expor o terrível segredo de Sheba, tanto ao marido (Bill Nighy) como ao resto do mundo, também os seus próprios segredos e sombrias obsessões se tornam conhecidos, expondo as desilusões de cada uma destas mulheres.

Agora, mais do que nunca, estamos unidos pelos segredos que partilhamos.
Das 4 nomeações para os Oscars, nao arrecadou nenhum.