Sizwe Banzi Morreu

De que falamos quando só temos medo e já não sabemos quem somos? Esta parece ser a questão que os sul-africanos Athol Fugard, John Kani e Winston Ntshona pretenderam debater em Sizwe Banzi is dead, peça que chega a esta vigésima quarta edição do Festival Internacional de Teatro de Almada, dirigida pelo célebre encenador e realizador cinematográfico britânico Peter Brook (Londres, 1925). As circunstâncias que rodearam a sua escrita e estreia, em 1972, são, por si só, suficientemente indicativas do programa ético-político que a enformou.






A minha opinião trivial junta-se às de milhões de espectadores: brilhante!



"Devemos compreender uma coisa. Só nos temos a nós mesmos - este Mundo, com as suas leis, não nos dá mais nada. Não deixaremos nada para trás quando morrermos: nada para além da nossa memória."

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