Palavras de sir Ben Kingsley

De Génio.

"Faz parte. O risco é sempre bom para o actor. Quando vamos ao circo e vemos o acrobata , o que encanta o público não é ele pôr um pé à frente do outro. O que encanta o público é o risco, o perigo. E nós, enquanto actores, corremos riscos semelhantes, não com alturas de onde possamos cair, mas com o que sucede nos nossos corações quando interpretamos determinadas cenas - sejam elas violentas, apaixonadas, jogando com a dimensão do amor, da perda, da mágoa, da raiva e de como vamos para casa depois, sem cicatrizes aqui [e aponta para o coração]. Em comparação com o acrobata, os nossos riscos são, talvez, menos visíveis, porque temos de fingir e fazer com que tudo pareça muito fácil em frente à câmara".

Isto encontra-se registado no 2º livro de Mário Augusto: Mais Bastidores de Hollywood.
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